Todos são responsáveis pela segurança do condomínio

ENTRADA E SAÍDAS
• Somente permitir o ingresso de visitantes após consultar o morador sobre a conveniência da entrada. Deve ser feita a identificação de todos mesmo que sejam familiares;
• Em caso de dúvida solicitar (novamente) ao condômino para identificar a pessoa, vindo até a portaria ou recepção;
• Verificar se não há pessoas suspeitas com os visitantes autorizados antes de abrir os portões ou a porta de entrada do prédio;
• Após identificação e liberação passar o número do apartamento e o caminho a ser seguido pela visita;
• Manter as entradas do condomínio sempre fechadas, mesmo quando houver a limpeza das calçadas externas ou serviço de jardinagem e nos horários de retirar o lixo;
• Quando houver qualquer entrega de encomenda, o morador deverá ser avisado para que retire na portaria, nunca permita que o entregador vá até o apartamento;
• Entregas que ficarem na guarita deverão ser catalogadas/anotadas em livro e entregue ao zelador que providenciará o local de armazenamento ou entregará ao morador, isso vale para talões de cheques, cartões de banco e encomendas compradas pela internet;
• Atenção aos moradores que retornarem ao prédio e estiverem acompanhados, pois eles poderão ser vítimas abordadas na rua voltando com ladrões. Neste caso basta fazer a liberação um de cada vez, pelo portão de pedestre.

VEÍCULOS / GARAGEM - MORADORES
• A garagem do condomínio é de exclusividade dos condôminos, nunca deveremos permitir que visitantes e prestadores de serviço utilizem essas vagas;
• A identificação do veículo do morador já cadastrado deverá ser feita pela marca e placa do veículo;
• A triagem do veículo deverá ser feito pelas câmeras ou pelo controlador de acesso que deve abordar o morador com educação, pedindo para que ele abaixe o vidro, e com um (bom dia ou boa noite) olhar dentro do veículo para ver se encontra alguma irregularidade, do tipo pessoas estranhas com o morador. O Controlador de Acesso nunca deve ficar de costas para a rua pois poderá ser pego de surpresa.

VEÍCULOS / GARAGEM - VISITANTES
• Não se deixem impressionar pela aparência do visitante. Não seja negligente. Muitos assaltos ocorreram porque foi permitida a entrada de um estranho simpático e bem vestido;
• Caso ocorra a liberação do morador para utilização de sua vaga pelo visitante, ele deverá descer e acompanhar o seu visitante até a sua vaga, se responsabilizando pele mesmo, não deixe de anotar a placa do veículo e quantidade de pessoas liberadas pelo morador;

CONDUTA RECOMENDADA - PORTEIROS E SEGURANÇAS
• Permanecer na guarita ou portaria com a porta fechada e nunca abandonar o posto;
• Evitar aglomerações e conversas desnecessárias, a atenção deve ser permanente;
• Deve haver discrição da parte dos funcionários sobre os hábitos e horários dos moradores. É proibido haver comentários sobre esses assuntos;
• E expressamente proibido fumar dentro das guaritas, sob pena de multa(lei 13.541);
• Evite falar ao celular ou teclando os smart-fones. Utilize apenas quando necessário e por curto período;
• Observar na entrada e saída de moradores se há pessoas suspeitas ao redor;
• Os funcionários da portaria não devem se responsabilizar por chaves de apartamentos mesmo que em curtos períodos, isso vale para entrega de envelopes a terceiros;
• Mudanças e entregas na qual terceiros adentrem no condomínio, deve ter a atenção redobrada, pois podem sumir somem objetos dos condôminos e é comum responsabilizar a portaria;
* Fonte: http://www.alphasecure.com.br

Gerador de energia

Sala do gerador de energia
Cecília Lima
Você chega em casa do supermercado e o porteiro abre o portão manualmente. ``Ta faltando luz senhor´´ avisa o funcionário.
Ou você espera a energia voltar, ou então sobe até o décimo andar com as compras nas mãos.
Em outra situação, você chega à noite em casa e percebe que o prédio está sem luz.
Seu filho dorme no banco de trás do carro. Seja qual for o andar, não vai ser nada fácil subir as escadas com a criança no colo, não é verdade?

Cada vez mais os geradores de energia vem sendo instalados nos condomínios, justamente para evitar os que os moradores passem por situação como estas.
Antes eles eram vistos como equipamentos de luxo. Mas hoje, dependendo do número de andares que têm o prédio, eles dão mais segurança e conforto aos condôminos.
Já são artigo de primeira necessidade. Mas é claro que nem todos condomínio precisa de gerador.
Normalmente  o equipamento é recomendado para prédios altos que têm um grande número de moradores, os que são cercados por segurança eletrônica e os comerciais.

Vantagens- Então, antes de instalar um é fundamental levar em consideração se o equipamento realmente vai atender às necessidades dos moradores.
Nesse caso o ponto de partida é uma assembleia entre os condôminos, para avaliar em quais situações o gerador será vantajoso.
Por se trata de uma despesa útil, a compra depende da maioria absoluta.

Nos condomínios eles podem ser utilizados para alimentar os elevadores, bombas d,água,portões eletrônicos, dispositivos de segurança eletrônica e os apartamentos em uma eventual falta de energia.
Para se ter uma ideia, são apenas alguns segundos entre a falta de luz e o acionamento do gerador.
Mas o equipamento também pode ser ligado em horário de pico, quando ocorrem maiores oscilações na rede elétrica que causam as ``quedas´´ de energia,ou em substituição à rede local para reduzir os custos no consumo de energia do condomínio.
Independente de falta de energia, as empresas fabricantes recomendam que o equipamento seja ligado uma vez por semana para manter o maquinário lubrificado.

Custos- É importante que os condôminos fique cientes que um gerador é um investimento alto, que demanda não somente a aquisição do equipamento, como também a instalação do mesmo.
Ele garante energia durante oito a 12 horas, dependendo da carga exigida pelos elevadores e bombas d´água.
Além disso, um gerador requer constante manutenção. A recomendação é que ela seja feita mensalmente, quando são verificados o motor (que em geral utiliza diesel), a água, o óleo a tenção a frequência, ou seja a velocidade do motor, e as condições do quadro de comando.
Em casos de defeito ou falhas no equipamento a empresa contratada irá cobrar a ``manutenção corretiva´´ que nada mais é do que uma cobrança pelo concerto.

Outro ponto que deve ser observado é o local onde o gerador será instalado.
E recomendada a construção de uma pequena sala ou pelo menos que o equipamento fique insolado para evitar acidentes ou que algum objeto caiam sobre o maquinário.
Isso poderá provocar danos gravíssimos quando ele for ligado. Um bom lugar é a garagem, onde a circulação de pessoas é pequena.
O espaço tem que ter pelo menos quatro metros de comprimento por três de largura.

Instalação- É necessário que um funcionário do condomínio fique responsável pelo equipamento para observar, por exemplo, se existe algum sinal de alarme no quadro de comando.
Acionar o quanto antes a assistência técnica, pode fazer a diferença e evitar um problema grave no maquinário.
De qualquer modo, antes de comprar um gerador, é fundamental agendar a visita de um técnico especializado para que ele possa auxiliar na decisão de qual modelo é o mais adequado para o condomínio.
Fonte: jornal do sindico.

Não utilize os elevadores em caso de incêndio

Em caso de incêndio em um edifício, a calma e a tranquilidade são fatores essenciais.
De acordo com normas de segurança, a famosa frase “Em caso de incêndio não utilize o elevador, use as escadas”, que fica localizada ao lado de botões de elevador, requer atenção e serve como alerta aos usuários que utilizam o equipamento para se locomover verticalmente de maneira ágil.

Em caso de incêndio em um edifício, a calma e a tranquilidade são fatores essenciais. Mas também é de extrema importância seguir alguns procedimentos para que todos saiam em segurança. Veja algumas dicas recomendadas pela Atlas Schindler.

? Sempre mantenha a calma e dirija-se para as escadas. Siga todas as orientações dos brigadistas de incêndio do local.

? Não utilize o elevador. O incêndio poderá cortar a energia do edifício e você poderá ficar retido na cabina do elevador, colocando em risco sua segurança.

? É importante manter a calma, descer com passos rápidos, mas sem correr. Utilize o corrimão para sua segurança.

? Não tente combater o incêndio, a menos que saiba utilizar com eficiência os equipamentos de combate.

? Durante a saída ou após sair do edifício, jamais volte para pegar objetos.

  Os profissionais de condomínios têm papel fundamental em casos de incêndio, principalmente adotando medidas que ajudam a manter a segurança de todos. “É dever do condomínio manter os extintores de incêndio em dia com a validade, inclusive na casa de máquinas do elevador. Quando o técnico de manutenção dos elevadores indicar que a data está expirando, o condomínio deverá trocá-lo imediatamente”, explica Osmar Cavalcanti dos Santos, um dos técnicos do Atendimento Avançado da Atlas Schindler.

Se você é um profissional de condomínio confira algumas dicas para auxílio aos moradores:

? Chame o Corpo de Bombeiros o mais rápido possível.

 ? Não obstrua as saídas de emergência.

? Certifique-se de que o condomínio possui os extintores apropriados e sempre cheque seus respectivos vencimentos e manutenções necessárias.

? Desligue a chave geral do condomínio, localizada normalmente no térreo. Antes desta ação, verifique a existência de passageiros no elevador.

? Caso o elevador possua a OEI (Operação de Emergência em caso de Incêndio), acione o dispositivo que entrará em ação, trazendo o equipamento para o andar térreo e desligando-o automaticamente.

? Oriente os condôminos e usuários para não utilizarem o elevador em caso de incêndio. A escada de emergência é o caminho mais seguro para a evacuação do edifício.

? Mantenha os extintores de incêndio em dia com a validade, inclusive na casa de máquinas do elevador. Quando o técnico de manutenção dos elevadores indicar que a data está expirando, o condomínio deverá trocá-lo imediatamente.
Fonte:http://www.acritica.net

10 cuidados na contratação de funcionários para condomínios

Se contratados sem os cuidados necessários, funcionários podem colocar segurança dos moradores em risco.
Câmeras, monitores, botão anti-pânico, sequenciador de imagens alternando as portarias e tantos outros equipamentos contribuem com a segurança no condomínio, mas não são suficientes. Segundo o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Hubert Gebara, o risco para os moradores pode estar dentro do prédio: os próprios funcionários, se contratados sem os cuidados necessários. Uma importante medida de cautela a ser adotada é exigir e renovar o atestado de antecedentes criminais de candidatos a qualquer vaga, desde porteiro, faxineiro, vigia e zelador, entre outros.

Não basta pedir essa documentação só no ato da contratação do funcionário. O ideal é que o atestado de antecedentes seja renovado a cada seis ou 12 meses. Já houve caso de um porteiro que tinha ficha limpa em São Paulo, onde foi contratado. Depois descobrimos que era suspeito de um crime praticado em outro Estado?, diz Gebara.

A seleção prévia do candidato tem de ser feita pela administradora do condomínio, que encaminha os três melhores perfis para o síndico escolher. O procedimento usual da empresa precisa obedecer os seguintes critérios:
1-     Realizar entrevista pessoal com o candidato, de preferência por profissional com conhecimento em processos seletivos e práticas de Recursos Humanos;

2-      - Exigir que o candidato preencha, de próprio punho e com letra legível, ficha com dados pessoais (nome completo, CPF, RG, endereço). Para evitar problemas com homônimos, essa ficha cadastral tem de conter também informações como nome do pai, da mãe, data, ano e cidade onde nasceu. Se possível, a administradora de condomínios deve providenciar análise grafológica das fichas, realizada por profissional capacitado;

3-      - Solicitar, na ocasião da contratação e renovar periodicamente (a cada 6 ou 12 meses), o atestado de antecedentes criminais;
 
4-      - Solicitar certidão negativa de cartório de protestos;

5-      - Solicitar certidão negativa do distribuidor Forense (Justiça criminal);

6-      - Solicitar certidão negativa da Justiça do Trabalho;

7-      - A administradora de condomínios deve analisar ainda, se o aspecto pessoal do candidato é compatível com a função para a qual ele se candidata;
8-      - Buscar referências nos dois últimos empregos do candidato. Falar diretamente com o síndico, para obter informações sobre temperamento e sociabilidade, bem como capacidade e conhecimento técnicos;

9-      - O período de experiência deve obedecer 45 dias de trabalho, prorrogável por mais 45 dias;

10-   - Os síndicos devem pagar aos funcionários dos condomínios salários compatíveis com os praticados no mercado. Assim, evita-se a dupla jornada de trabalho.
Fonte:www.faciladm.com.br

Mantenha a etiqueta no condomínio

Morar em prédios requer regras e atitudes simples para preservar a boa convivência entre vizinhos
Uma estimativa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi) indica que, só no Estado de São Paulo, há aproximadamente 60 mil condomínios. Se o número já é impressionante por si só, imagine a quantidade de pessoas que vivem – e convivem - nesses condomínios. E é justamente nessa convivência que podem surgir alguns atritos.
“Para viver em condomínio, você tem que abrir mão de algumas coisas”, afirma Hubert Gebara, diretor da administradora de condomínios que leva seu nome. De acordo com ele, todos os condomínios têm, além da convenção, o regulamento interno, que indica, por exemplo, como as áreas comuns devem ser usadas. Porém, muitos condôminos desconhecem ou simplesmente ignoram essas regras.

Por isso, saber fazer uso da máxima “o meu direito começa onde termina o seu” nunca foi tão necessário para quem precisa aprender a conviver com vizinhos. Para piorar, segundo o gerente de condomínios Luiz Eduardo Toledo de Carvalho, a qualidade das construções diminuiu, o que fez com que o barulho se tornasse um dos campeões na lista de reclamações.

Além do barulho, o advogado Michel Rosenthal Wagner, especializado em direito imobiliário, lembra outras causas de discórdia entre condôminos. “Cano, cachorro, carro e criança, o que pode ser entendido como comportamento infantil mesmo”. Estão inclusos nesse comportamento ações como urinar na escada ou usar drogas em áreas comuns do prédios.

Diálogo e boa educação
Mais do que regras de etiqueta, gentileza, honestidade e ponderação garantem um bom convívio social. Independentemente de qual for a situação de desconforto dentro do condomínio, o segredo para solucioná-lo começa, na maioria das vezes, com o diálogo. “Converse, pondere e faça acordos”, aconselha a consultora de etiqueta Lígia Marques.

Outras pequenas atitudes também garantem um dia-a-dia mais harmonioso. “Se arranhar a porta do carro do vizinho, deixe um cartão com seus contatos”, indica a consultora de etiqueta Sofia Rossi.

No caso de crianças bagunceiras ou barulho em excesso, pode-se reclamar, mas com delicadeza e educação. “Não tente impor limites à força ou educar o filho dos outros, mas mostre que a atitute está incomodando”, afirma Sofia. Se for preciso, leve a reclamação ao síndico, que deverá conversar com as duas partes em busca e um acordo amigável.

Bom senso nas áreas comuns
A piscina é um capítulo a parte. “Ali não é lugar de correr ou dar saltos que molhem todos que estão em volta”, diz a consultora, para quem levar animais de estimação ou entrar na água com bronzeador chega a ser deselegante.

No caso de festas em salão ou churrasqueiras, o bom senso é palavra de ordem tanto para convidados quanto para os vizinhos que, por ventura, queiram participar da comemoração. “A pessoa que está recebendo tem seus convidados e os vizinhos só devem aparecer se forem chamados”, diz Lígia Marques. Ela lembra ainda que, nesses espaços, regras de limpeza e horário para o término da festa precisam ser respeitados.
Fonte:http://delas.ig.com.br

Cuidados a seres tomados ao se transportar animais de estimação no elevador.

Devemos respeitar a norma interna do condomínio em relação aos nossos animais de estimação nesse ambiente.
E importante que todos vivam em harmonia.

O sindico e os profissionais de condomínio trabalham para que todos os moradores convivam em harmonia e de forma respeitosa no condomínio.
Os animais de estimação fazem parte desse processo. Por isso, esses profissionais devem seguir algumas dicas:

Informar a todos os moradores quais são as regras sobre os animais de estimação, lembrado que a presença dos mesmos nas dependências do edifício é definida pela convenção interna de cada condomínio.

Alguns moradores podem ter medo ou não gostar de animais. Por isso, instrua os condôminos que possuem animais de estimação a transportá-los  sem a companhia de outro usuários. Essa ação ajuda o bom convívio entre todos.

Caso ainda tenha alguma duvida sobre os cuidados  necessários no transporte de animais no elevador, consulte a equipe do atendimento avançado, serviço de manutenção dos elevadores de sua região.

Fonte: Atlas Sshindler

Seguro para condomínios é obrigatório

Por lei, condomínios precisam garantir a proteção do patrimônio comum dos proprietários por meio da contratação de apólices contra danos ou prejuízos às edificações

Seja comercial ou residencial, muitos são os prejuízos que um condomínio pode ter em função de estragos provocados por intempéries como chuvas de granizo, incêndios, explosões, raios, desabamentos, vendavais, quebra de vidros e outras situações. Por esse motivo, a existência de um seguro é obrigatória para os condomínios e os síndicos são os responsáveis por sua contratação, que deve ser feita anualmente, conforme previsto pelo Código Civil Brasileiro. Além de garantir a contratação do seguro, o síndico também deve se atentar às cláusulas da apólice, pois, como se sabe, quanto maior a cobertura, maior a segurança.

Justamente por proteger o patrimônio de muitas pessoas, o seguro para condomínios é de extrema importância.  Para explicar as principais características desse tipo de seguro entrevistamos Luciano Cardoso, superintendente regional da AD Corretora de Seguros, que ressalta a necessidade da contratação do seguro e aponta quais as coberturas existentes (básica e adicionais). Confira:

- Qual a necessidade de contratar os seguros?
Além de ser exigência legal, a contratação do seguro protege o bem comum dos proprietários e a Responsabilidade Civil do síndico e do próprio condomínio.

- Quando os seguros são contratados, quem fica responsável pelo pagamento? Em caso de sinistros, quem deve acionar o seguro?
A contratação dos seguros pode ser de responsabilidade do síndico ou da administradora. Na maioria das vezes quem aciona é o próprio síndico.

- Quais os tipos de seguros que podem ser contratados por síndicos e administradoras para os condomínios?
Podem ser contratados os seguros patrimoniais, com o objetivo de proteger o patrimônio comum, ou seja, garantir proteção contra danos ou prejuízos às edificações do condomínio. Dentro dessa apólice são agregadas as coberturas de Responsabilidade Civil Síndico e Condomínio. O Seguro Condomínio oferece coberturas para proteger o condomínio, seu condôminos, funcionários e síndicos. Simples de contratar, este produto é desenvolvido para condomínios verticais, residenciais, comerciais, mistos, escritórios e/ou consultórios, flat e apart-hoteis, bem como condomínios residenciais horizontais. Além das coberturas tradicionais, também é possível optar, em casos de emergência, por serviço de Assistência 24 horas, como chaveiro, segurança e vigilante, eletricista e limpeza de caixa d’água, de acordo com as condições de cada seguradora. Atualmente, o Seguro Condomínio opera com duas modalidades: condomínio simples e condomínio amplo, sendo:

Condomínio Simples:
Cobertura básica: incêndio, queda de raio, explosão, fumaça e queda de aeronaves

Condomínio Amplo:
Cobertura básica Ampla:  Incêndio, Queda de Raio, Explosão, Queda de Aeronave, Fumaça, Alagamento, Danos Elétricos, Derrame de água ou outra Substância Líquida de Instalações de Chuveiros Automáticos (Sprinklers), Desmoronamento, Equipamentos Eletrônicos, Equipamentos Móveis e Estacionários, Impacto de Veículos, Quebra de Máquinas, Quebra de Vidros e Anúncios Luminosos, Roubo de Bens do Condomínio, Tumulto, Greve ou Lock-out, Vazamento de Tanques e Tubulações, Vendaval, Ciclone, Furacão, Tornado e Granizo e demais eventos que possam causar perdas ou danos materiais.

No entanto, além da cobertura básica, coberturas adicionais também podem ser contratadas, como:
• Acidentes Pessoais Funcionários (Morte Acidental e IPA);
• Auxílio Funeral;
• Despesas fixas;
• Lucros Cessantes;
• Responsabilidade Civil – Condomínio;
• Responsabilidade Civil – Danos Morais;
• Responsabilidade Civil – Empregador;
• Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Compreensiva;
• Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Parcial;
• Responsabilidade Civil – Portões Automáticos;
• Responsabilidade Civil – Síndico;
 Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio em Mãos de Portadores;
• Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio no Interior do Estabelecimento;
• Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte e IPA);
• Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte, IPA e IPDF);
• Perda/Pagamento de Aluguel para Condôminos;
• Responsabilidade Civil para Condôminos;
• Roubo e/ou Furto Qualificado para os Bens de Condôminos.
Fonte:http://www.segs.com.br/