Número de vigilantes privados é quase 5 vezes maior que efetivo do Exército

Número de vigilantes privados supera o de policiais em vários estados. Moradores pagam cada vez mais caro para reforçar a segurança.   
O medo de assaltos tem feito moradores de condomínios pagarem cada vez mais caro para reforçar a segurança. O reflexo disso é que o número de vigilantes não para de crescer. O contingente de vigilância privada do país já é quase cinco vezes maior que todo o efetivo do Exército. 
Crianças e idosos na praça. Cena típica de interior no meio do Rio de Janeiro. Mas por toda parte, há olhos atentos observando tudo. Primeiro, foram instaladas as cancelas. Depois vieram as guaritas, as grades e o serviço de vigias e vigilantes. E com tudo isso, segundo os moradores, veio a tranquilidade. Em uma área com 40 prédios, onde vivem 13 mil pessoas, a sensação de segurança tem um preço e os moradores estão dispostos a pagar. O custo para cada prédio: R$ 7 mil. “É a solução que nós temos. 

Porque nós vamos ficar à mercê dos bandidos, dos assaltantes? Nós tivemos que recorrer a isso e não nos arrependemos, não”, diz Denise Corrêa, presidente da associação de moradores. Bom Dia Brasil: Como a senhora se sente tendo que pagar por segurança? Mirian Sander (vice-presidente da associação de moradores): Olha, a segurança em si que deveria ser a pública, eles não têm homens suficientes que possam garantir. Então, tivemos que apelar para segurança privada. Os moradores contam hoje com 50 vigias e vigilantes 24 horas por dia. É um serviço cada vez mais requisitado nas grandes cidades por quem busca mais segurança, principalmente em condomínios. 

No estado do Rio, o número de vigilantes subiu de 86 mil para 91 mil desde 2013, quase o dobro do efetivo da Policia Militar. O crescimento foi registrado também em todo o país: já são 989 mil vigilantes, quase cinco vezes o contingente do Exército brasileiro. O vigilante precisa passar por um curso com um mês de duração que inclui aulas de defesa pessoal e tiro. Esses cursos são fiscalizados pela Polícia Federal. Depois, ele é autorizado a usar arma de fogo. “Quando ocorrer algum ilícito, ele tem o poder para intervir e fazer cessar esse ilícito e deter as pessoas as pessoas envolvidas”, explica Marcelo Daemon, delegado da Polícia Federal. Mas o serviço de vigilância só é permitido em áreas particulares, proibido em vias públicas. 

O Sindicato das Empresas de Segurança Privada alerta: é preciso cuidado para não contratar empresas clandestinas, sem autorização da Polícia Federal. “O risco é responder por severas ações a nível de constrangimento ilegal, a nível de um profissional atuando inadequadamente”, afirma Manoel dos Anjos Almeida, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Rio de Janeiro. Os moradores de um condomínio também decidiram se unir para enfrentar a violência. Além de vigias, eles contrataram vigilantes armados, que fazem rondas constantes sobre duas rodas. Hoje, segurança é o maior gasto da associação de moradores: cada um paga R$ 1 mil por mês. Preço alto por um pouco mais de paz. “É um custo que os moradores julgam necessário para dar essa sensação de segurança”, afirma um morador.
Fonte:www.jornalfloripa.com.br

Prevenção é a melhor estratégia de segurança

1º. Tenente da Polícia Militar, Magno Bruno Camargo Proença, alertou sobre a importância da prevenção em palestra da Regional Sorocaba do Secovi-SP

A Regional Sorocaba do Secovi-SP promoveu nesta segunda-feira, 20/10, a palestra  “Segurança em Condomínio”, ministrada pelo 1º Tenente PM, Magno Bruno Camargo Proença, do 7º BPM/I. Com o objetivo de orientar sobre a questão da segurança em condomínios, o evento reuniu 45 síndicos e administradores na sede da entidade, que fica no bairro Santa Terezinha, em Sorocaba.

Segundo o vice-presidente do Interior do Secovi-SP e diretor da Regional Sorocaba, Flavio Amary, o Secovi-SP fez uma parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, com o intuito de promover palestras em todas as regionais do sindicato, espalhadas pelo interior do estado, para orientar os síndicos e administradores sobre o tema.

“Este é o sexto ano que promovemos essa palestra. É importante estarmos sempre enfatizando este assunto para evitar que os condomínios sejam atacados por bandidos e esse é o papel do Secovi-SP, como representante do setor”, destaca Amary.

Para a diretora da área de condomínios da Regional Sorocaba do Secovi-SP, Cleusa Maria Bersi, um dos pontos importantes na segurança dos condomínios é a conscientização dos moradores. “A responsabilidade pela segurança do condomínio é de todos. É muito importante que os moradores respeitem as regras e os procedimentos de segurança para dificultar ao máximo a ação dos bandidos”, lembra a diretora.

Além dos condôminos, a colaboração das empresas de segurança e dos síndicos ou administradores também é essencial para a segurança dos condomínios, conforme explica o 1º. Tenente da Polícia Militar, Magno Bruno Camargo Proença. “Cada um tem um papel diferente no que diz respeito às regras dos condomínios, mas o objetivo é um só. Por exemplo, as administradoras devem ter sempre atualizado o cadastro de funcionários e moradores e a empresa de segurança deve treinar e orientar seus colaboradores para seguir rigorosamente todas as regras de segurança”, explica o palestrante.

Segundo ele, a Polícia Militar é acionada quando já houve o delito, mas o principal objetivo é não deixar que isso aconteça. “Nada é 100% garantido, mas não se deve acha que um assalto nunca vai acontecer com você. O correto é agir preventivamente, evitando que ocorra uma invasão no condomínio”, conclui.

A palestra “Segurança em Condomínio” fez parte do Ciclo de Palestras promovido pela regional. O próximo encontro está agendado para o dia 4 de novembro, com o tema “Obras e reformas em condomínios”. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (15) 3211-0730 ou pelo email sorocaba @secovi.com.br.
Fonte:http:www.segs.com.br

Os animais em condomínios: direitos (e deveres) de todos

*Luis Guilherme Russo
Ter ou não ter, dentro do apartamento, um animalzinho de estimação. Eis a questão que envolve, no entanto,  não apenas o lado social ou as implicações de ordem meramente psicológica. Fatores legais e até de "direitos humanos" invadem cada vez mais a palpável solidão urbana configurando novas formas comunitárias que põem em xeque condomínios e relações de vizinhança. Pois não se trata apenas de encontrar vias corretas para contornar impactos negativos, como divergências especialmente em condomínios de edifícios que não admitem em suas convenções e regulamentos internos a existência de animais de estimação. Ou, quando os admitem, estabelecem características que desafiam o bom senso com a capacidade de gerar demandas judiciais.

Como a convenção condominial é o documento que regula as principais matérias atinentes ao condomínio do edifício, o Código Civil é sempre invocado em seus artigos 1.332 e 1.334. Não obstante, os condôminos possuem autonomia para criar, em convenção condominial ou regulamento interno, direitos e deveres adicionais aos moradores, desde que estes não contrariem as disposições legais. Não é raro, portanto, que condomínios estipulem proibições genéricas em relação à permanência de animais nas unidades autônomas ou que limitem essa possibilidade a determinados tamanhos, espécies ou quantidade. Essa vedação, em tese, alcançaria, inclusive, moradores que viessem a habitar o condomínio posteriormente à aprovação desses instrumentos.

Claramente, convenções e regulamentos restritivos acabam por gerar um grande impasse para quem anseia a companhia de  um animal, incorporando-o à família e, ao mesmo tempo, não abrindo mão das condições de  conforto e segurança coletivos.

O direito de propriedade é fundamental. Está consagrado pela Constituição da República em seu artigo 5º “caput” e inciso XXII. Essa consagração inclui os animais de estimação, pois são considerados legalmente "coisas" passíveis de serem apropriadas e possuídas. Não obstante, o próprio Código Civil ( artigo 1.335, inciso I) assegura expressamente que é direito do condômino usar, fruir e livremente dispor de suas unidades. Com isso é possível afirmar que as convenções condominiais e regulamentos internos contrariam tanto a Constituição como a lei de condomínios edilícios. A jurisprudência tem entendido também serem contrárias ao direito de propriedade quaisquer espécies de vedações genéricas, em convenções condominiais ou regulamentos internos, da presença de animais de estimação nas unidades condominiais.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) assentou entendimento recente, segundo o qual independentemente de proibição em convenção, regulamento ou deliberação de Assembleia Geral de Condôminos, a expulsão do animal de estimação do condomínio apenas é possível em três hipóteses: se causar incômodo, risco à segurança ou risco à saúde de outros moradores. Isso implica em comprovações, não sendo possível a remoção do animal por simples alegação de violação a documentos ou deliberações condominiais.

Entendemos de suma importância que convenções condominiais e regulamentos internos façam expressa previsão em relação aos deveres a serem observados por aqueles que mantêm animais em suas unidades autônomas, bem como as faltas capazes de tornar intolerável a permanência do animal de estimação. Mesmo assim, as questões devam ser analisadas em busca de solução pacífica e que equilibre os direitos de todos de modo a garantir harmonia entre os proprietários e possuidores.

Concluímos, que apenas em casos em que ocorrerem flagrantes desrespeitos a padrões de conduta adequados é que se deva afastar o animal de estimação do condomínio. Porque a maioria dos casos se resolve com bom senso. Do lado daqueles que vigiam os animais, o bom senso envolve atitudes como mantê-los em suas residências, passear com eles sob controle de coleira, guia e mordaça.

Para não lhes provocar estresse, o uso do elevador social deve ser evitado. O dono também não deve permitir que o animal suje as áreas comuns e, se isso acontecer por acidente, providenciar a limpeza o mais rápido possível. É importante lidar responsavelmente com quaisquer comportamentos que possam causar (odores, latidos ou miados excessivos, por exemplo). Mas também é necessária a compreensão de que, mesmo quem não gosta de animais, tem o dever de respeitá-los, pois todos são protegidos por leis e são seres vivos dignos de nossa consideração.

 É preciso também rever vários mitos, dentre eles os de que animais são "cheios de doenças"; na verdade, o risco de se contrair uma doença infectocontagiosa de qualquer pessoa nas ruas, no trabalho, etc... é imensamente maior do que de contrair uma doença de um animal saudável, vacinado e vermifugado .

Nós da Irigon sempre orientamos nossos condôminos e síndicos a resolverem tais questões com o bom senso, pois do contrário as batalhas judiciais serão árduas estando as leis inclinadas a proteger os animaizinhos de estimação. Aconselhamos a que nossos síndicos revejam as convenções e regulamentos de seus condomínios para que se adequem à nova realidade, aceitando os bichos, mas mantendo a ordem e o bom convívio social.

*Luis Guilherme Russo é diretor-presidente da Irigon, empresa especializada em administração de condomínios e locações de imóveis. É formado em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mais de 30 anos de experiência no ramo imobiliário
Fonte:www.segs.com.br

Dicas para morar em condomínio

Confira aspectos que você deve ficar atento ao optar por um condomínio residencial pela primeira vez
Cada vez mais pessoas passam a viver em condomínios residenciais e é importante conhecer os direitos e deveres dos moradores nesses casos

Cerca de 30 mil pessoas passaram a morar pela primeira vez em condomínios residenciais em São Paulo em 2012, de acordo com uma projeção feita pela Lello Condomínios. E, em geral, as principais dúvidas de quem está de mudança são em relação às despesas e às vagas de garagem, que podem variar conforme a convenção e o regimento de cada empreendimento. Leia abaixo algumas dicas do que é importante prestar atenção ao passar a viver em um condomínio.

1. Informe-se sobre o regulamento do condomínio.
Os novos moradores devem receber informações sobre as normas provisórias, regras de convívio, horários de mudança e normas de utilização dos espaços. Também são informados a quem deverão dirigir as dúvidas relativas a vícios construtivos”, diz Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.

2. Conheça as principais regras gerais.
Elas geralmente tratam sobre segurança, barulho, funcionamento do salão de festas, regras para o uso das áreas de lazer e convivência, dinâmica das vagas em garagem, normatização da presença de cães e outros animais de estimação nos apartamentos etc.

3. Participe das assembleias.
Há regras que devem ser observadas e os moradores precisam se adaptar à convivência com os vizinhos e funcionários. “É importante que haja harmonia entre todos e o papel do síndico é fundamental nesse sentido. Os moradores devem estar mobilizados para conviver pacificamente, zelando pela boa conservação das áreas comuns, patrimônio de todos”, ressalta Angélica.

4. Acompanhe e opine nas decisões das reuniões de condomínio.
O orçamento do condomínio é definido na assembleia ordinária, que normalmente é anual. A partir da aprovação da maioria dos condôminos, a cota condominial é definida. Ao longo do ano pode haver reajustes, principalmente se houver altas nas tarifas de água e energia.

5. Entenda as taxas divididas entre os moradores.
Além da unidade privativa (apartamento ou casa), o terreno, a edificação e os equipamentos do condomínio são de propriedade comum. Por isso, as despesas serão rateadas pelos condôminos pela fração ideal (parte indivisível das áreas comuns e de terreno correspondente à unidade autônoma de cada condômino). “Os moradores de condomínios rateiam as despesas da folha de funcionários, que representam cerca de 50% do total, além de água, energia elétrica das áreas comuns, gás, manutenção e conservação de elevadores, portões, bombas e outros equipamentos e de despesas administrativas, que costumam responder por menos de 5% do total”, explica Angélica.

6. Saiba diferenciar despesas ordinárias e extraordinárias.
As primeiras se referem ao funcionamento do dia a dia do prédio. Já os gastos extraordinários são as obras de acréscimo ou reforma no condomínio, que precisam ser votadas e aprovadas em assembleia.

7. Prepare-se para um aumento de gastos no final do ano.
De acordo com Angélica, em outubro, geralmente acontece o dissídio dos funcionários de condomínios. O melhor é planejar para que esse valor seja diluído ao longo das 12 cotas do ano.
Fonte:webcasas.com.br

Ação educativa orienta crianças sobre como usar de forma correta e segura elevadores, escadas e esteiras rolantes.

O sobe e desce dos elevadores e o vai e vem das escadas rolantes, muitas vezes, viram brincadeiras para a garotada. É comum a criança que mora em condomínio passear sozinha de elevador, apertar botões de vários andares ou segurar a porta para o coleguinha entrar. Em outros locais, como nos shopping centers, por exemplo, a escada rolante é o objeto de desejo da garotada que se arrisca em manobras perigosas como descer em sentido contrário ou sentar nos degraus.

Apesar de parecer pura diversão, brincar no elevador ou na escada rolante não é uma atitude segura para as crianças. Por isso, é importante aprender o que é certo e errado desde pequeno.
Para orientar as crianças e conscientizar os pais sobre como usar corretamente e com segurança os elevadores, as escadas e as esteiras rolantes, uma empresa fabricante e prestadora de serviços de manutenção, realiza em outubro, mês das crianças, a ação sócio-educativa Faça a Coisa Certa.

Em sua 5ª edição, a campanha tem por objetivo informar a população, principalmente os pais, sobre este importante assunto, ajudando na prevenção de incidentes.
Este ano, a ação acontecerá no dia 06 de outubro, em parceria com 17 shoppings em 14 cidades de nove Estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Ceará e Amazonas. (veja abaixo relação completa)

Na ocasião, as crianças vão receber um kit, contendo o gibi “As aventuras do SUPER ZERO & Zug”, que traz em linguagem didática várias situações do dia a dia e como devem agir. Uma
versão digital do gibi poderá ser encontrada no site da empresa (www.thyssenkruppelevadores.com.br). Outros materiais foram desenvolvidos para a garotada aprender brincando a qualquer hora e lugar: o jogo on-line “Faça a coisa certa” que também estará disponível no site da empresa e um vídeo que ensina a usar corretamente o elevador e poderá ser visto no YouTube (www.youtube.com/SeuElevador).
Faça a coisa certa

Em algumas cidades do País, leis municipais proíbem as crianças menores de 10 anos de usarem o elevador sem a presença de um adulto, ampliando a segurança dos pequenos.
Já, no caso das escadas e esteiras rolantes, a Norma Brasileira (NBR NM 195/1999), determina o uso de avisos de alerta nos locais onde os equipamentos serão instalados para chamar a atenção dos pais. Não há dados específicos sobre o número de crianças envolvidas em ocorrências registradas pelo Corpo de Bombeiros com elevadores, mas a prevenção continua sendo o melhor caminho. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% das 830 mil mortes de crianças/ano que ocorrem no mundo por causa de acidentes, poderiam ser evitadas, por meio da adoção de comportamentos seguros.

“A ação preventiva está na base da nossa atuação como prestadora de serviço de manutenção em elevadores. Esta mesma filosofia queremos levar aos pais e às crianças, por meio desta ação. A conscientização da população sobre a importância de um ato seguro é nosso objetivo”, atesta Sérgio Martins Cardoso, Vice-presidente de Serviços da ThyssenKrupp Elevadores.
Fonte:www.monciel.com.br

Aprenda escolher o extintor de incêndio adequado.

VOCÊ SABE COMO ESCOLHER UM EXTINTOR?
Aprenda como escolher o extintor de incêndio adequado para suas necessidade e estabelecimento.
O quadro abaixo apresenta para você que para cada tipo de material que queima é preciso usar um tipo de extintor de incêndio especifico, veja:

TIPOS DE EXTINTORES 
Classificações de um incêndio
Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibras, etc.;
Classe B - são considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;
Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc.
Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA
 Pressão Permanente
Não é provido de cilindro de gás propelente, visto que a água permanece sob pressão dentro do aparelho. Para funcionar é necessário abrir o registro de passagem do líquido extintor.
para usar  retire o pino de segurança. Segure a mangueira e apertar o gatilho, mire o jato em direção ao fogo. Uso excluisvo para madeira, papel, fibras, plásticos e similares.
 
EXTINTOR DE ÁGUA
Pressão Injetada
A água é o agente extintor  mais comum. Usa-se a como neblina para o resfriamento de superfícies líquidas; emulsificaçõeo de óleo; proteção de pessoas, estruturas, máquinas e equipamentos; diluindo (alcools, amônia); e absorção do calor desprendido na combusão.
A água, contudo, não deve ser usada em incêndios que envolvam: equipamentos elétricos energizados; materiais reativos com a água (carbonatos, peróxidos, sódio metálico, pó de magnésio, etc); e gases liquefeitos por resfriamento.Para usar o extintor:
 
Para usar:
retire a trava ou o pino de segurança;
Empunhe a mangueira; Mire no fogo e dispare
 
EXTINTOR  PARA INCÊNDIO de CLASSE B
Em caso de Incêndios de classe B , deve usar espuma , pó comum, também conhecido como Pó BC, dióxido de carbono,  gás carbônico ou CO².
 
Para usar:
Vá com segurança até o líquido em chamas, com o extintor invertido (de cabeça para baixo) direcione o jato para o liquido de forma que o cubra como uma manta.
 
EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO
Pode ser o Bicarbonato de Sódio ou de Potássio que são tratados para absorver a umidade. O propulsor pode ser o Gás carbônico ou Nitrogênio. O agente extintor cria uma nuvem que exclui o oxigênio e logo depois são acrescidos à nuvem, Gás carbônico e o Vapor de água devido a queima do Pó.
 
EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO (CO2)
Atua sobre o fogo em que a eletricidade  esta presente. É usado em  pequenos focos de fogo em líquidos inflamáveis (classe B) e em equipamentos energizados (classe C).
O Gás Carbônico não conduz eletrecidade.
 
Para Usar:
quebre o lacre e remova o pino
Segure  difusor e aperte o gatilho com a mão esquerda;
Acione a válvula com o jato votado para base do fogo;
 
EXTINTORES DE PÓ MULTI-USO OU PÓ-ABC
Para as três classes extintoras.
Lembre-se que o extintor de incêndios só serve para o início de um incêndio, quando o fogo ainda é pequeno.
Fonte:http://guaruchama.com.br

Problema com construtoras pode ser resolvido no processo de conciliação

Conciliação permite que tudo seja resolvido sem passar pela Justiça.
Processo chega a ser mais barato e mais rápido do que um processo.

Problemas relacionados a obras de engenharia não precisam ser resolvidos na Justiça. Um serviço gratuito de conciliação, em alguns estados, ajuda a fechar acordos.
O circuito de segurança do condomínio registrou o perigo: um pedaço do prédio despenca de uma altura de quase 30 metros. E não foi a primeira vez que isso aconteceu. "Uma vez caiu do andar inferior e, da última vez, caiu da cobertura", conta o síndico Frederico Militão.

A solução demora e é cara. Além de custas e honorários de advogados, ainda é preciso gastar com perícia técnica. E o tempo de espera é de, no mínimo, cinco anos.
Problemas com a construtora, com a obra do vizinho, o vazamento no andar de cima. Tudo isso pode ser resolvido de uma forma mais rápida, sem passar pela Justiça, em um simples processo de conciliação.
Por enquanto, só Paraná e Minas Gerais têm Câmaras de Mediação e Arbitragem dos Conselhos Regionais de Engenharia. Nesses estados, é só sentar e conversar em busca de uma solução.
Em Minas Gerais, a Defensoria Pública também participa da conciliação. Até quem já está na Justiça pode tentar um acordo no crea. a solução sai, em média, em 80 dias.
"A construtora vai estar aqui com um advogado, bem preparado. Então, a parte estando assistida pela Defensoria Pública, ela vai tar bem esclarecida dos direitos que ela tem", conta a defensora pública Débora Carvalho de Oliveira Leite.

Desde dezembro de 2012, foram mais de 200 conciliações e, de cada dez casos, oito são resolvidos. Judite mostra na entrada de casa o buraco feito pela água que vazava do quintal do vizinho. Foram seis meses de problemas até ela fazer a conciliação.
"Eu já estava ficando apavorada, e não precisou vir nenhum profissional de lá. Foi resolvido tudo através de conversa", afirma a microempreendedora Judite Ferreira de Almeida.
Fonte:g1.globo.com