10 cuidados na contratação de funcionários para condomínios

Se contratados sem os cuidados necessários, funcionários podem colocar segurança dos moradores em risco.
Câmeras, monitores, botão anti-pânico, sequenciador de imagens alternando as portarias e tantos outros equipamentos contribuem com a segurança no condomínio, mas não são suficientes. Segundo o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Hubert Gebara, o risco para os moradores pode estar dentro do prédio: os próprios funcionários, se contratados sem os cuidados necessários. Uma importante medida de cautela a ser adotada é exigir e renovar o atestado de antecedentes criminais de candidatos a qualquer vaga, desde porteiro, faxineiro, vigia e zelador, entre outros.

Não basta pedir essa documentação só no ato da contratação do funcionário. O ideal é que o atestado de antecedentes seja renovado a cada seis ou 12 meses. Já houve caso de um porteiro que tinha ficha limpa em São Paulo, onde foi contratado. Depois descobrimos que era suspeito de um crime praticado em outro Estado?, diz Gebara.

A seleção prévia do candidato tem de ser feita pela administradora do condomínio, que encaminha os três melhores perfis para o síndico escolher. O procedimento usual da empresa precisa obedecer os seguintes critérios:
1-     Realizar entrevista pessoal com o candidato, de preferência por profissional com conhecimento em processos seletivos e práticas de Recursos Humanos;

2-      - Exigir que o candidato preencha, de próprio punho e com letra legível, ficha com dados pessoais (nome completo, CPF, RG, endereço). Para evitar problemas com homônimos, essa ficha cadastral tem de conter também informações como nome do pai, da mãe, data, ano e cidade onde nasceu. Se possível, a administradora de condomínios deve providenciar análise grafológica das fichas, realizada por profissional capacitado;

3-      - Solicitar, na ocasião da contratação e renovar periodicamente (a cada 6 ou 12 meses), o atestado de antecedentes criminais;
 
4-      - Solicitar certidão negativa de cartório de protestos;

5-      - Solicitar certidão negativa do distribuidor Forense (Justiça criminal);

6-      - Solicitar certidão negativa da Justiça do Trabalho;

7-      - A administradora de condomínios deve analisar ainda, se o aspecto pessoal do candidato é compatível com a função para a qual ele se candidata;
8-      - Buscar referências nos dois últimos empregos do candidato. Falar diretamente com o síndico, para obter informações sobre temperamento e sociabilidade, bem como capacidade e conhecimento técnicos;

9-      - O período de experiência deve obedecer 45 dias de trabalho, prorrogável por mais 45 dias;

10-   - Os síndicos devem pagar aos funcionários dos condomínios salários compatíveis com os praticados no mercado. Assim, evita-se a dupla jornada de trabalho.
Fonte:www.faciladm.com.br

Mantenha a etiqueta no condomínio

Morar em prédios requer regras e atitudes simples para preservar a boa convivência entre vizinhos
Uma estimativa do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi) indica que, só no Estado de São Paulo, há aproximadamente 60 mil condomínios. Se o número já é impressionante por si só, imagine a quantidade de pessoas que vivem – e convivem - nesses condomínios. E é justamente nessa convivência que podem surgir alguns atritos.
“Para viver em condomínio, você tem que abrir mão de algumas coisas”, afirma Hubert Gebara, diretor da administradora de condomínios que leva seu nome. De acordo com ele, todos os condomínios têm, além da convenção, o regulamento interno, que indica, por exemplo, como as áreas comuns devem ser usadas. Porém, muitos condôminos desconhecem ou simplesmente ignoram essas regras.

Por isso, saber fazer uso da máxima “o meu direito começa onde termina o seu” nunca foi tão necessário para quem precisa aprender a conviver com vizinhos. Para piorar, segundo o gerente de condomínios Luiz Eduardo Toledo de Carvalho, a qualidade das construções diminuiu, o que fez com que o barulho se tornasse um dos campeões na lista de reclamações.

Além do barulho, o advogado Michel Rosenthal Wagner, especializado em direito imobiliário, lembra outras causas de discórdia entre condôminos. “Cano, cachorro, carro e criança, o que pode ser entendido como comportamento infantil mesmo”. Estão inclusos nesse comportamento ações como urinar na escada ou usar drogas em áreas comuns do prédios.

Diálogo e boa educação
Mais do que regras de etiqueta, gentileza, honestidade e ponderação garantem um bom convívio social. Independentemente de qual for a situação de desconforto dentro do condomínio, o segredo para solucioná-lo começa, na maioria das vezes, com o diálogo. “Converse, pondere e faça acordos”, aconselha a consultora de etiqueta Lígia Marques.

Outras pequenas atitudes também garantem um dia-a-dia mais harmonioso. “Se arranhar a porta do carro do vizinho, deixe um cartão com seus contatos”, indica a consultora de etiqueta Sofia Rossi.

No caso de crianças bagunceiras ou barulho em excesso, pode-se reclamar, mas com delicadeza e educação. “Não tente impor limites à força ou educar o filho dos outros, mas mostre que a atitute está incomodando”, afirma Sofia. Se for preciso, leve a reclamação ao síndico, que deverá conversar com as duas partes em busca e um acordo amigável.

Bom senso nas áreas comuns
A piscina é um capítulo a parte. “Ali não é lugar de correr ou dar saltos que molhem todos que estão em volta”, diz a consultora, para quem levar animais de estimação ou entrar na água com bronzeador chega a ser deselegante.

No caso de festas em salão ou churrasqueiras, o bom senso é palavra de ordem tanto para convidados quanto para os vizinhos que, por ventura, queiram participar da comemoração. “A pessoa que está recebendo tem seus convidados e os vizinhos só devem aparecer se forem chamados”, diz Lígia Marques. Ela lembra ainda que, nesses espaços, regras de limpeza e horário para o término da festa precisam ser respeitados.
Fonte:http://delas.ig.com.br

Cuidados a seres tomados ao se transportar animais de estimação no elevador.

Devemos respeitar a norma interna do condomínio em relação aos nossos animais de estimação nesse ambiente.
E importante que todos vivam em harmonia.

O sindico e os profissionais de condomínio trabalham para que todos os moradores convivam em harmonia e de forma respeitosa no condomínio.
Os animais de estimação fazem parte desse processo. Por isso, esses profissionais devem seguir algumas dicas:

Informar a todos os moradores quais são as regras sobre os animais de estimação, lembrado que a presença dos mesmos nas dependências do edifício é definida pela convenção interna de cada condomínio.

Alguns moradores podem ter medo ou não gostar de animais. Por isso, instrua os condôminos que possuem animais de estimação a transportá-los  sem a companhia de outro usuários. Essa ação ajuda o bom convívio entre todos.

Caso ainda tenha alguma duvida sobre os cuidados  necessários no transporte de animais no elevador, consulte a equipe do atendimento avançado, serviço de manutenção dos elevadores de sua região.

Fonte: Atlas Sshindler

Seguro para condomínios é obrigatório

Por lei, condomínios precisam garantir a proteção do patrimônio comum dos proprietários por meio da contratação de apólices contra danos ou prejuízos às edificações

Seja comercial ou residencial, muitos são os prejuízos que um condomínio pode ter em função de estragos provocados por intempéries como chuvas de granizo, incêndios, explosões, raios, desabamentos, vendavais, quebra de vidros e outras situações. Por esse motivo, a existência de um seguro é obrigatória para os condomínios e os síndicos são os responsáveis por sua contratação, que deve ser feita anualmente, conforme previsto pelo Código Civil Brasileiro. Além de garantir a contratação do seguro, o síndico também deve se atentar às cláusulas da apólice, pois, como se sabe, quanto maior a cobertura, maior a segurança.

Justamente por proteger o patrimônio de muitas pessoas, o seguro para condomínios é de extrema importância.  Para explicar as principais características desse tipo de seguro entrevistamos Luciano Cardoso, superintendente regional da AD Corretora de Seguros, que ressalta a necessidade da contratação do seguro e aponta quais as coberturas existentes (básica e adicionais). Confira:

- Qual a necessidade de contratar os seguros?
Além de ser exigência legal, a contratação do seguro protege o bem comum dos proprietários e a Responsabilidade Civil do síndico e do próprio condomínio.

- Quando os seguros são contratados, quem fica responsável pelo pagamento? Em caso de sinistros, quem deve acionar o seguro?
A contratação dos seguros pode ser de responsabilidade do síndico ou da administradora. Na maioria das vezes quem aciona é o próprio síndico.

- Quais os tipos de seguros que podem ser contratados por síndicos e administradoras para os condomínios?
Podem ser contratados os seguros patrimoniais, com o objetivo de proteger o patrimônio comum, ou seja, garantir proteção contra danos ou prejuízos às edificações do condomínio. Dentro dessa apólice são agregadas as coberturas de Responsabilidade Civil Síndico e Condomínio. O Seguro Condomínio oferece coberturas para proteger o condomínio, seu condôminos, funcionários e síndicos. Simples de contratar, este produto é desenvolvido para condomínios verticais, residenciais, comerciais, mistos, escritórios e/ou consultórios, flat e apart-hoteis, bem como condomínios residenciais horizontais. Além das coberturas tradicionais, também é possível optar, em casos de emergência, por serviço de Assistência 24 horas, como chaveiro, segurança e vigilante, eletricista e limpeza de caixa d’água, de acordo com as condições de cada seguradora. Atualmente, o Seguro Condomínio opera com duas modalidades: condomínio simples e condomínio amplo, sendo:

Condomínio Simples:
Cobertura básica: incêndio, queda de raio, explosão, fumaça e queda de aeronaves

Condomínio Amplo:
Cobertura básica Ampla:  Incêndio, Queda de Raio, Explosão, Queda de Aeronave, Fumaça, Alagamento, Danos Elétricos, Derrame de água ou outra Substância Líquida de Instalações de Chuveiros Automáticos (Sprinklers), Desmoronamento, Equipamentos Eletrônicos, Equipamentos Móveis e Estacionários, Impacto de Veículos, Quebra de Máquinas, Quebra de Vidros e Anúncios Luminosos, Roubo de Bens do Condomínio, Tumulto, Greve ou Lock-out, Vazamento de Tanques e Tubulações, Vendaval, Ciclone, Furacão, Tornado e Granizo e demais eventos que possam causar perdas ou danos materiais.

No entanto, além da cobertura básica, coberturas adicionais também podem ser contratadas, como:
• Acidentes Pessoais Funcionários (Morte Acidental e IPA);
• Auxílio Funeral;
• Despesas fixas;
• Lucros Cessantes;
• Responsabilidade Civil – Condomínio;
• Responsabilidade Civil – Danos Morais;
• Responsabilidade Civil – Empregador;
• Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Compreensiva;
• Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Parcial;
• Responsabilidade Civil – Portões Automáticos;
• Responsabilidade Civil – Síndico;
 Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio em Mãos de Portadores;
• Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio no Interior do Estabelecimento;
• Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte e IPA);
• Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte, IPA e IPDF);
• Perda/Pagamento de Aluguel para Condôminos;
• Responsabilidade Civil para Condôminos;
• Roubo e/ou Furto Qualificado para os Bens de Condôminos.
Fonte:http://www.segs.com.br/

Por que é tão caro morar em condomínio fechado? Quais os custos

Veja uma análise que mostra por que pode ser caro morar em condomínio fechado. Entenda quais são os custos diretos e indiretos que opta por morar em bairro privativo.
Parece que o modelo de moradia está mudando de forma bastante acelerada no Brasil. As mudanças podem ser observadas nos estilos das construções e na forma como os bairros são formados. Veja um exemplo:

Antigamente as casas eram construídas bem próximo a rua, na calçada mesmo, depois passou-se a adotar modelos de construção afastada da calçada e toda murada, mais tarde isto não passou a ser suficiente e foram adicionados outros recursos como cerca elétrica, sistema de segurança, etc. Atualmente parece que aos poucos as pessoas estão migrando para condomínio fechado.
Mas morar em condomínio fechado é caro?
Esta mudança pode ser percebida nas médias e grandes cidades. Na cidade que moro no interior de São Paulo, tem uma região da cidade onde praticamente não tem mais bairro aberto, apenas condomínios residenciais. Mas morar em condomínio é caro?

O conceito de caro ou barato é muito relativo e portanto precisa ser levado em consideração o ponto de vista de cada um, bem como os fatores financeiros envolvidos. Contudo, é certo de que há um custo e em muitos casos ele pode ser sim um pouco alto.

Quais são os custos de morar em condomínio?
O custo direto é o da taxa de condomínio, mas dependendo do local poderá existir outros custos indiretos, opcionais ou pelo menos um cenário que favoreça um estilo de vida mais caro. Vou explicar.

Mas primeiro deixa-me dizer sobre a taxa de condomínio. Ela é obrigatória em todos os locais e o seu valor varia de caso a caso. Isto porque ela é formada levando-se em consideração os custos totais do condomínio dividido pelo total de condôminos. Veja um exemplo fictício.

Custos mensais do condomínio
Portaria: 15.000,00
Limpeza: 500,00
Segurança: 10.000,00
Comunicação (Telefone/internet): 1.000,00
Manutenção: 3.000,00
Fundo de reserva: 5.000,00
Total de custos: 34.500,00
Quantidade de condôminos: 120

Rateio: 287,50

O cenário acima é fictício mas leva em conta fatores bem parecidos com a realidade de muitos empreendimentos residenciais. No exemplo há 120 moradores ou proprietários que chamamos de condôminos e o custo total mensal para manter o condomínio é de R$ 34.500,00. Logo o valor da taxa de condomínio ficaria em torno de R$ 287,50.

A pergunta é: Isto é caro para você? Algumas pessoas dirão sim e outras dirão não.
Custos temporários ou esporádicos
Mas o cálculo acima pode estar incompleto se levarmos em conta que basicamente eu considerei os custos fixos. Contudo e especialmente em condomínios novos, existe a necessidade de investir em infraestrutura e o custo pode ser incorporado à taxa mensal de forma temporária ou até que seja pago o valor contratado.

Alguns exemplos de infraestrutura que são comuns a maioria dos casos:
Cerca elétrica no muro do condomínio;
Sistema de controle de entrada na portaria, com uso de biometria ou senha de acesso;
Câmeras de segurança, bem como todo o sistema de monitoramento da entrada, ruas e áreas comuns;
Fibra óptica interno para instalação de interfones e internet via cabo;
Entre outras infraestruturas.
Note que tudo isto custa caro, para se ter uma ideia, no condomínio onde moro o orçamento para colocar a fibra óptica está em aproximadamente R$ 180.000,00. Só isto já iria elevar e muito a taxa de condomínio, mesmo que o valor fosse dividido em 12 vezes, por exemplo.

Cenário mais caro
Lembra que comentei acima sobre o cenário? Pois bem, eu não sei se é paranoia minha, mas tenho uma teoria de que você fica mais propenso a gastar mais em um condomínio fechado do que simplesmente em um bairro aberto. É claro que não é uma coisa automática ou que se aplique a todos os casos, mas em alguns cenários, penso que isto pode ser verdadeiro.

Um exemplo simples é a questão do padrão. Em boa parte dos casos é necessário fazer a construção dentro de um padrão e isto pode ser superior ao estilo que você tinha em um bairro aberto. Eu por exemplo não me importo em ter na garagem um carro popular, mesmo sabendo que meus vizinhos andam de carro importado ou modelos nacionais sofisticados. Mas existem pessoas que talvez quisessem seguir o mesmo padrão e ai a minha teoria estaria correta.
Fonte:http://www.casadicas.com.br/condominio

Verde no condomínio

Jardins são uma boa opção para deixar o condomínio bonito, mas exigem planejamento cuidadoso e uma manutenção adequada
Você acha que seu condomínio anda árido e sem vida? Flores, plantas ornamentais e árvores são opções para embelezar áreas livres. Mas antes de colocar a mão na massa – ou na terra – é preciso considerar uma série de fatores.

Viabilidade do espaço e das plantas, facilidade de manutenção e preferência por plantas que não sejam perigosas para crianças e animais (como as que possuem espinhos ou veneno) devem ser levados em conta na hora de ter um jardim no condomínio ou promover mudanças em um já existente. “É preciso tomar cuidados periódicos de poda, adubação e de controle de pragas, e por isso é recomendável a visita de um profissional para indicar os procedimentos”, afirma a paisagista Letícia Costa.

Começando do zero – Se a área escolhida para o jardim for ao ar livre, o mais usual é que tome bastante sol. Mas também é possível construir na sombra ou em meia sombra, já pensando em quais plantas irão se adaptar melhor àquele ambiente. “Antes de se plantar é importante saber a profundidade do solo, se é sombra ou não. Tudo isso é visto por um paisagista que, a partir daí, determina as espécies”, diz Eliseu Francisco, gerente da São Lourenço Paisagismo.

Também é necessário que o solo seja permeável e tenha fácil acesso à irrigação. Se o seu condomínio já tem um jardim mas ele anda sem vida, antes de plantar novas mudas é necessário fazer a revitalização do solo, com adubos orgânicos e químicos, de acordo com as espécies plantadas, conta Eliseu.
Escolha das plantas – As plantas que irão compor o jardim podem ser escolhidas de acordo com a necessidade ou tolerância ao sol, tipo de solo, preço, facilidade dos cuidados e, claro, beleza. Flores tradicionais como rosas e azaleias se adaptam bem ao nosso clima, e espécies nativas como orquídeas e bromélias, além de serem extremamente ornamentais, não exigem tantos cuidados.

Também é preciso observar a relação entre as plantas e o ambiente. A interação entre as espécies é importante: existem plantas que prejudicam o crescimento de outras, e há algumas tóxicas e com espinhos que podem se tornar fonte de problema para os condôminos. “Quem tem crianças ou cachorro deve evitar esse tipo de espécie”, aconselha Eliseu.

Cuidados e manutenção – Árvores frutíferas também podem ser plantadas. “Mas é preciso levar em conta que muitas vezes quem vai consumir os frutos são animais como aves e insetos, que, além de atraídos indesejavelmente, podem causar certa sujeira. Por isso convém evitar que estas árvores fiquem próximas de passeios e áreas como bancos e churrasqueira”, alerta Letícia.
Zeladores e síndicos do prédio podem cuidar de serviços simples como rega e identificação de algumas pragas. Mas para poda e corte de grama o ideal é a contratação periódica de especialistas. “Em condomínios essa manutenção costuma ser feita a cada 15 dias e inclui poda, limpeza e adubação”, diz Eliseu.

Quer montar um jardim no prédio? Confira algumas dicas:
Invista em adubos e lembre que regas e podas periódicas são fundamentais para o bom crescimento das plantas. E que quanto mais adaptadas ao ambiente, melhor elas se desenvolverão
Mescle as cores de flores e plantas, misturando diferentes tonalidades. O próprio verde oferece uma cartela de tons bastante variada
Plantas tóxicas e com espinhos são perigosas para crianças e animais. Colocá-las em espaços de difícil acesso dentro do jardim ou fazer um cercado em volta pode ser uma solução
Se você não tem espaço ao ar livre é possível fazer um jardim de inverno ou um jardim vertical. Contate um paisagista para saber o que é melhor no seu caso
Fonte:http://icondominial.com.br/

Uma boa administração nos condomínios

As expectativas pouco favoráveis para 2015 afetam o bolso de todos, afinal não há quem não seja atingido pela inflação, juros altos e alta do dólar. Da mesma forma que os pequenos empresários estão montando estratégias de sobrevivência para o próximo ano, os administradores de condomínio também devem se preocupar com os efeitos da economia, que prometem aumentar o índice de desemprego, que, por sua vez, provavelmente puxará o índice de inadimplência entre condôminos. Diante de um quadro desses, adotar um sistema de gestão financeira seguro e descomplicado é a melhor forma de manter as contas em dia e se resguardar de futuros aborrecimentos.

Da mesma forma que uma empresa, o condomínio não pode abrir mão da sua receita, que é a taxa paga pelos moradores. Sem ela não há benfeitorias, consertos, reparos – nem árvore de Natal. É preciso, no entanto, que haja um controle perfeito sobre o fluxo de caixa através de um sistema de gestão financeira que forneça todas as informações necessárias em interface intuitiva e descomplicada e que possa ser acessado a qualquer momento, sanando todos os tipos de dúvida.

Apenas com uma administração organizada é possível saber com precisão onde está a falha no orçamento do edifício. Em casos de acordo com inadimplentes através do parcelamento de cotas, por exemplo, os valore só devem ser lançados como entrada após o pagamento ser efetivado, ou seja, depois da quitação do débito. Lembre-se que a inadimplência só termina quando é paga a última parcela e que a expectativa de quitação não deve ser registrada como entrada no fluxo de caixa.

Mantenha uma boa administração na crise e administre suas finanças
Por outro lado, a compra de materiais e insumos deve ser rigorosamente colocada no sistema, mas não esqueça de fazer uma pesquisa cuidadosa sobre preços, quantidades e descontos. Lembre-se que só vale a pena comprar grandes quantidades de produtos de limpeza, por exemplo, se o desconto oferecido for significativo. Fora isso é mais negócio reter o valor correspondente – você não reduz o fluxo de caixa e ainda pode encontrar mais em conta no mês seguinte, talvez com outro fornecedor. Se for preciso adquirir material de construção para obras e reformas, procure negociar prazos, ganhando no parcelamento sem juros, mesmo que seja em poucas vezes.

Assim forma você fica com o orçamento mais maleável e mantém o fluxo de caixa em dia. Além disso, atenção na hora de negociar a obra: além de checar as credenciais da empresa, procure deixar bem claro de quem será a responsabilidade em caso de retrabalho. Outra boa saída para driblar os tempos de crise é aplicar o dinheiro que está parado, mesmo que seja por apenas um mês. Em tempos de superávit primário provavelmente a melhor opção será a poupança, mas converse com o seu gerente e analise todas as opções.

Mas não esqueça de fazer o lançamento diário de todos os gastos, fazer um planejamento orçamentário para pelo menos três meses e adquirir um sistema de gestão de financeira onde todas as informações sejam colocadas de forma fácil e segura e possam ser acessadas rapidamente. Dessa forma você evita aborrecimentos nas reuniões de condomínio, mantém as contas em dia e pode tomar decisões estratégicas com base em informações reais e atualizadas. Contra a crise, nada melhor do que a organização e o planejamento.
Fonte:http://majorservicos.negociol.com/