Planejamento faz a diferença nas férias das crianças

Com planejamento, imaginação e disposição, os próximos dois meses de férias escolares podem ser sinônimos de diversão para as crianças e de tranquilidade para os pais, mesmo para aqueles que não têm folga
Quando chega da escola, à tardinha, a menina ouve logo o chamado das amigas. Os pedidos são para que Júlia Queiroz, de 4 anos, volte rápido para aproveitar as últimas horas do dia, brincando no parquinho. Com dezembro começando, o balanço, o escorrega, a piscina e o campinho não vão ter sossego, e a brincadeira, que se limitava apenas à noite, agora é o dia todo e todos os dias pelos próximos dois meses.
Acontece no condomínio em que a Júlia mora com os pais, a consultora Aline Queiroz, 30, e o administrador Roberto Júnior, 31, e se repete na maioria dos prédios, com ou sem área de lazer.

“Não tem jeito: nessa época aumenta o número de crianças brincando e quanto mais criança mais felicidade”, conta a mãe. A alegria dos pequenos, porém, tem dois lados. Para a vice-presidente de condomínios do Sindicato da Habitação do Ceará (Secovi), Lilian Alves, nas férias, é preciso ainda mais jogo de cintura. “É preciso que os pais tenham cuidados redobrados com a segurança e que os síndicos criem o hábito de conversar com as crianças. Tem sempre crianças convidadas e todos devem cumprir as regras do condomínio”, conta.

As férias chegam e nem sempre coincidem com o período de folga dos pais, então, os condomínios se enchem de crianças com energia para gastar. É nessa hora que entra o planejamento. Para o coordenador do Centro de Estudo sobre Ludicidade e Lazer (Celula) da Universidade Federal do Ceará (UFC), professor Marcos Teodorico, as férias devem ser um período em que os pais devem se aproximar ao máximo dos filhos.

O professor sugere que a família reúna-se, planeje e agende atividades que possam ser curtidas por todos, atendendo aos interesses e horários dos membros. “A criança sempre deve ser a protagonista. E é interessante se informar sobre a programação cultural - levar a parques, a espaços qualificados na cidade, ir andar de bicicleta, ir à praia, fazer caminhadas, piqueniques”, propõe o professor, destacando que sempre há atividades de baixos custos.

Em casa
Quando a brincadeira é para ser feita em casa, o espaço limitado não é fator determinante quando se coloca a imaginação para trabalhar. Teodorico recomenda que, nos expedientes livres de cada pai e nos fins de semana, o contato com os filhos seja intenso. “Dá para contar história; brincar com jogos de tabuleiro; pegar um barbante criar uma teia na varanda, brincar de espião e fazer de conta que os barbantes são raios-laser; ir para cozinha e ensinar a fazer gelatina, picolé”, enumera a infinidade de brincadeiras que se pode realizar.

O professor ainda sugere que as atividades de casa, como arrumar o guarda-roupas, por exemplo, sejam estimuladas de forma lúdica, como criar um novo padrão de organização.
Se a brincadeira vai para as áreas comuns de lazer dos condomínios, é válido que os pais se reúnam e criem rodízios. Assim, os rebentos terão sempre algum adulto por perto. A convivência com outras crianças e de diferentes idades é instigada pelo coordenador, que entende a criança como ser social que precisa interagir com a pluralidade de pensamentos, culturas, religiões, conceitos de ética e de moralidade. “Sempre existirão conflitos e a forma como eles os resolvem é que sedimenta a maturidade da criança”.

Os pais, independentemente ou intermediados por síndicos, podem implementar infraestrutura ou atividades recreativas no condomínio. “Tenho conversado com os pais e estamos pensando em alugar um pula-pula para as férias”, exemplifica Aline.
Outra opção é contratar uma empresa de atividades recreativas e fazer uma verdadeira colônia de férias no condomínio. “É uma boa saída, porque os pais não precisam pegar trânsito para deixar e buscar os filhos e todas as atividades acontecem com a segurança de estar quase em casa”, conta a educadora física Carla Cunha.
Fonte:http://www.opovo.com.br/

Como limpar portas e janelas de vidro

O vidro é um material bastante delicado, por isso, precisa de um cuidado especial na hora da limpeza ser realizada
Portas e janelas de vidro são ótimas opções para deixar o ambiente elegante e facilitar a entrada de luz natural dentro da casa ou do escritório. Espelhos, além de terem a sua função óbvia de refletir imagens, são objetos de decoração que nunca saem de moda. Mesas e armários com tampos e portas espelhadas, ou em vidro temperado, estão presentes em quase todos os cômodos também.

Sendo assim, o vidro é um dos materiais mais versáteis e duráveis que há disponível para decorar. Além disso, são ecológicos, podendo se ser reutilizados.
A única ressalva é quanto ao manuseio e ao cuidado com esse material. Batidas, mesmo que leves, devem ser evitadas. Por mais resistentes que possam parecer, às vezes, não é preciso muita força para que trinquem ou quebrem por completo.

Outro ponto que é necessário levar em conta é o fato de que o vidro suja facilmente com mãos ou respingos d’águas. Logo, a sua limpeza precisa ser feita constantemente.
Sabe como limpar, de maneira eficaz, portas e janelas de vidro? Dê uma conferida nas nossas dicas:
Basicamente, os materiais de limpeza para vidro são: água, sabão neutro, vinagre, álcool, balde, rodo, esponjas e flanelas macias que não soltem fiapos. Tendo isso em mãos, você conseguirá deixar tudo limpo e brilhando.

No balde, faça uma solução com uma colher de sopa de vinagre e uma de sabão líquido neutro ou álcool para cada 5 litros de água. Feito isso, umedeça a esponja, passe no vidro e em seguida, passe um pano limpo para secar a região. Para garantir um brilho impecável, após secar com o pano, utilize papel toalha — esses que usados na cozinha — ou jornal velho amassado, fazendo sempre movimentos circulares.

Se a porta ou a janela for muito alta ou muito larga, opte por rodos para fazer a vez dos braços e, caso mesmo assim você não consiga alcançar toda a superfície, suba em uma escada ou em uma cadeira, em boas condições. Caso haja outra pessoa em casa para ajudar a segurar, melhor. Assim, você conseguirá uma limpeza muito mais eficaz.
Locais como cozinha e banheiro também contêm objetos de vidros. Porém, nesses ambientes, é comum que os vidros acumulem, além da poeira, a temida gordura.

Por exemplo, as tampas de fogões, os fornos e as janelas que ficam muito próximas aos eletrodomésticos acumulam a gordura do preparo das refeições. Já no banheiro, o vidro do box costuma ficar cheio de marcas de respingos de shampoo, condicionador, óleos de banho, cosméticos em geral e da própria gordura da pele.

Nesse caso, é bom usar produtos próprios com função desengordurante, ideais para limpeza pesada, diluídos em água. Após esse processo, é só secar com um pano e fazer os demais passos para deixar tudo brilhando. Usar o jornal também é uma excelente opção.

No caso do box do banheiro, uma dica bacana é, depois de secar com um flanela limpa, passar um pouco de lustra-móveis, pois ele ajudará a manter o vidro longe das gotinhas de sabão e dos cosméticos por mais tempo. Apenas tome cuidado para não exagerar na quantidade do produto. Apenas uma ou duas gotinhas serão suficiente para fazer essa proteção.

Espelhos, vidros de estantes e armários podem ser limpos rapidamente usando limpa-vidros comum, disponível em todos os supermercados. Eles são opções eficientes para agilizar a função e também boas alternativas para substituir o uso da água.

Produtos com solventes na composição não podem ser usados para limpar vidros. Portanto, cuidado: eles podem manchar definitivamente o local.
Esponjas ásperas também não servem para a função, pois arranham o objeto. As populares flanelas laranja devem ser descartadas, já que deixam vários pelos e fiapos alaranjados por onde passam.

Assim, com os produtos certos, a limpeza de vidros é bem fácil e rápida. O tempo entre uma faxina e outra depende. Para janelas e portas uma vez por mês é o ideal. Já para o box do banheiro, vidros de cozinha e demais móveis, uma vez por semana. Manter a rotina e realizar a limpeza no tempo certo facilita o seu trabalho e garante a beleza do vidro por mais tempo.
Fonte: ImovelWeb

Síndico é o guardião da convivência em condomínio

Mesmo com a popularização da administração de condomínios por empresas terceirizadas, a figura do síndico, que tem seu dia comemorado no domingo, 30, mantém-se no convívio em apartamentos. Há também aqueles que optem por dispensar os serviços de especialistas. De qualquer forma, é ele que ainda trata da boa relação entre quem escolheu viver em edifícios.

Administrar o condomínio, executar as deliberações da assembleia, orientar o trabalho dos funcionários, fiscalizar e opor-se a qualquer dos coproprietários na realização de atos contrários às regras, são essas algumas das funções dos síndicos. Embora, algumas vezes, eles não sejam remunerados, há quem exerça essa atividade porque gosta.
A fisioterapeuta, Deise Penz, 35 anos, é exemplo disto. Além de proprietária no condomínio onde mora, ela é síndica há quatro anos. Deise ressalta que existe um revezamento desta atividade, pois dos sete donos do mesmo, três moram no prédio, e cada um exerce a função de síndico a cada dois anos.

COMPROMETIMENTO
Deise exerce todas as funções do condomínio sozinha, até mesmo a administração do mesmo, pois optaram por não contratar serviço terceirizado em função de custos. Ela comenta que um de seus maiores desafios está no conserto de obras maiores.
Quando algo estraga ou necessita ser reformado, ela precisa avaliar se o valor a ser investido será descontado da mensalidade ou do fundo de reservas do condomínio.
Atendendo aproximadamente 16 pessoas, a síndica conta que quando ocorre algum necessidade de conserto no prédio, os moradores a procuram e ela toma as providências. Em um mural, divulga o nome da empresa, o serviço solicitado, e as providências que foram tomadas.
"Com isto as pessoas ficam cientes do que está acontecendo", destaca. Para Deise, uma relação de harmonia entre os moradores é muito importante, e é por isso que busca realizar uma confraternização no fim do ano com direito a amigo secreto. 'É tudo uma grande família'.
Ser síndico é uma atividade extra. Significa encontrar tempo para conciliar suas atividades pessoais. Mas ela tira de letra.'Ser síndico é como cuidar de uma casa delegando funções.'

Procura por imobiliárias
Atualmente, imobiliárias já são procuradas para fazer a administração de condomínios. De acordo a corretora de imóveis, Kika Moura, 48 anos, esta alternativa é viável quando o número deles a serem administrados é alto. Ela ressalta que não existe um valor mensal fixo. 'O lucro da imobiliária varia muito, depende do envolvimento que a administradora tem com o condomínio', esclarece ela.
Ela comenta que a procura de imobiliárias para exercer o papel de administradora dos condomínios cresceu nos últimos quatro anos: 'Quando a construção está em alta, a administração também estará.'
Para Kika, são inúmeras as funções de uma administradora, entre elas, está principalmente a organização e encaminhamento da parte burocrática, que envolve o recolhimento de contas mensais, cadastro do condomínio, emissão de boleto, organização do livro de caixa, elaboração de atas, entre outros afazeres.
A corretora avalia que a procura por administradoras cresceu porque quem exerce a atividade de síndico, muitas vezes, não é remunerado e acabam por trabalhar em outro ramo também. Devido aos compromissos do dia a dia, as pessoas não disponibilizam de tempo para exercer todas as atividades que compete a um síndico.
'Muitas vezes as pessoas que são síndicas também não têm muito conhecimento sobre administração e acabam precisando de ajuda', frisa a corretora
Na imobiliária em que Kika trabalha, o número de condomínios atendidos é 65 e ela acredita que um dos fatores de extrema importância para a elaboração de um bom trabalho é a comunicação e entendimento que o síndico deve possuir com a administradora.

Meio de campo
Em alguns casos, há condomínios que optam pelos dois serviços: do síndico e o terceirizado. Adriana Oswald, 31 anos, é psicóloga e também desempenha a função de síndica em um condomínio com aproximadamente 40 moradores, onde a administração é feira por uma imobiliária. Desde que o prédio existe, foi escolhida uma empresa para fazer a administração do condomínio.
Adriana ressalta que a escolha se deu pelo fato de nenhum dos moradores ter tempo disponível para realizar todas as funções e também por questão da falta de experiência na administração.
A síndica, que desde o início do ano está desempenhando esta tarefa, ressalta que praticamente todos os serviços necessários ficam por conta da administradora da imobiliária. 'Na verdade eu acabo sendo mais um meio de campo dos moradores do condomínio com a administração', ressalta.
De acordo com a síndica, qualquer problema ou solicitação de alguma coisa pelos moradores do condomínio é levado a ela, posteriormente, ela informa a imobiliária para tomar as providências. Tendo conhecimento do ocorrido, às vezes a imobiliária organiza reuniões.
As mesmas são feitas principalmente quando é necessário discutir questões relacionadas ao dinheiro, por exemplo, o valor a ser investido em alguma obra ou reforma. Adriana também não recebe pelo trabalho que exerce e mesmo assim, mostra-se satisfeita: 'Eu gosto de ser síndica e para mim é uma questão satisfatória.
Fonte:http://www.folhadomate.com/

Terceira idade: preocupação com idosos valoriza os condomínios

O crescimento da população com mais de 60 anos no Brasil faz surgir uma nova preocupação com adaptações dos imóveis para facilitar a rotina dessas pessoas
O significativo crescimento do número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil vem transformando o perfil dos clientes que adquirem um imóvel. Esse público exigente possui necessidades específicas que merecem atenção especial dos corretores de imóveis e das administradoras de condomínios. Atualmente, segundo dados do IBGE, a população brasileira com mais de 65 anos de idade atinge 23 milhões de pessoas, ou cerca de 10% do total de habitantes do país.
A pessoa idosa tem maiores riscos de acidentes dentro da residência. Por isso, a arquitetura exerce um papel fundamental nessa etapa, pois com a aplicação de recursos de iluminação, criação de espaços amplos, pisos seguros, entre outros, amplia-se a autonomia e a segurança, fatores essenciais quando se pensa em qualidade de vida.

A partir dessa faixa etária, a escolha por um novo imóvel inclui cuidados com as áreas coletivas, que devem possuir desníveis vencidos por rampas e escadas mais ergonômicas, portas e espaços de circulação mais generosos, pisos opacos e antiderrapantes, portas de vidro com sinalização adequada e elevadores amplos.
Além disso, as unidades devem ter adaptações específicas, como interruptores mais baixos para facilitar o alcance; tomadas mas altas para minimizar o esforço de abaixar e levantar; maçanetas em forma reta e não redondas; vasos sanitários e boxes de banheiro com barras de apoio ao redor e espaços de passagem maiores, para garantir entradas e saídas livres com possibilidade de locomoção com mais um acompanhante, cadeira de rodas ou andadores.

Christian Voelcker, vice-presidente da Auxiliadora Predial, destaca que outra preocupação dos futuros moradores é com o serviço e mão de obra disponíveis nos prédios.
“Muitos zeladores providenciam serviços para os residentes, como troca de lâmpadas e pequenos consertos domésticos. Esse fator valoriza o condomínio e muitas vezes é fator decisivo na hora do fechamento do negócio”, informa Voelcker.

Construções focadas na diversidade dos usuários ampliam a vida útil de conforto no uso dos imóveis, pois atendem as mais diversas necessidades que todas as pessoas têm ao longo da vida. O importante desse processo é perceber que esse tipo de projeto não onera significativamente as construções quando os detalhes são planejados desde o início. Por fim, os resultados podem ser esteticamente bem interessantes quando isso passa a ser um desafio do arquiteto projetista.
Fonte: Revista Pense Imóveis/garantefloriano.com.br

Condomínio de luxo promete ser a prova do “fim do mundo”

Geral
Condomínio de luxo promete ser a prova do “fim do mundo”
No evento de que o nosso planeta passe por uma hecatombe nuclear, você acha que estaria preparado para sobreviver ao caos que se instauraria? Pois, caso você tenha por volta de US$ 3 milhões dando sopa, é possível comprar um espaço em um condomínio de luxo à prova do “fim do mundo”.

Divulgação
Essas estruturas contam com mais de 50 metros de profundidade e 15 metros de largura, e cada pavimento possui uma área útil de aproximadamente 170 metros quadrados. De acordo com Liz Moyer do The Wall Street Journal, o primeiro complexo desse tipo foi construído próximo à cidade de Concórdia, no Kansas, e o sucesso foi tão grande que, depois do lançamento em dezembro de 2012, todos os apartamentos foram vendidos em um ano. Atualmente, mais um condomínio está sendo construído, e existe a possibilidade de que mais unidades sejam lançadas no Texas e em outros estados.

Os complexos são construídos em antigos silos para mísseis nucleares capazes de suportar o ataque direto de bombas nucleares. Essas estruturas contam com mais de 50 metros de profundidade e 15 metros de largura, e cada pavimento possui uma área útil de aproximadamente 170 metros quadrados — oferecendo a possibilidade de que apenas um apartamento ocupe todo o andar ou que a área seja divida em duas unidades.

Para que os ocupantes se sintam menos claustrofóbicos, os apartamentos contam com 2,74 metros, iluminação que imita a luz natural e, no lugar de janelas, as unidades possuem telas de vídeo que exibem desde paisagens naturais a cenários urbanos — à escolha do morador. Além disso, o complexo oferece spa, biblioteca, loja de conveniência, teatro, salas de aula, academia, dependências médicas e permite que os moradores possam ter animais de estimação.

Autossuficiente
No nível térreo, os condomínios podem ser selados por meio de duas portas blindadas pesando mais de 720 quilos cada uma, e os complexos contam com estruturas sofisticadas para o tratamento de água e purificação do ar, câmeras de segurança internas e externas, uma avançada rede de computadores de última tecnologia e vários geradores alternativos de energia.

E mais: os condomínios contam com sistemas de aquicultura e alguns alimentos poderão ser cultivados localmente através de hortas hidropônicas, existindo um estoque de comidas desidratadas e congeladas suficiente para manter os residentes bem alimentados durante 5 anos. Os desenvolvedores inclusive criaram um espaço para abrigar ocupantes problemáticos.

Empreendimento focado no medo
Um dos compradores — um empresário do ramo de tabaco que não quis ser identificado — pagou US$ 12 milhões (perto de R$ 32 milhões) por quatro andares completos. Segundo os desenvolvedores, a ideia era ter espaço suficiente para acomodar a família inteira e uns amigos no caso de que o apocalipse aconteça. O empresário também contratou um decorador para enfeitar os apartamentos com mais janelas, lareiras e mobília requintada.

Empreendimentos desse tipo estão focados em cidadãos endinheirados que se sentem ameaçados. Segundo os desenvolvedores, essa fatia de mercado cresceu bastante nos últimos anos — especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro em 2001 —, e o medo pela segurança vem sendo alimentado pela ameaça de epidemias mortais, pelo fortalecimento do Estado Islâmico do Iraque e do Levante e pela crise econômica mundial.
Fonte: Mega Curioso

Férias podem comprometer segurança em condomínios

Dicas fundamentais para segurança preventiva em apartamentos e casas nesta época do ano.

Final de ano, época de festas e agitação e também período em que se iniciam as viagens de férias. Alguns saem na segunda quinzena de dezembro, outros em janeiro e tem também quem prefere o mês de fevereiro, com o feriadão do carnaval.  Mas neste período não dá para se preocupar apenas com as férias, passagens, o trânsito, o clima, as malas e etc., é necessário também se preocupar com a segurança em que ficará a casa ou apartamento. Afinal, sem pessoas dentro de casa para tomar conta será necessário se precaver contra invasões e furtos indesejáveis.

Infelizmente é nesta época que costuma aumentar o número de furtos ocorridos em residências, apartamentos, condomínios e empresas. Os espertalhões aproveitam a ocasião das férias, quando as pessoas estão mais preocupadas com a programação e roteiro, deixando por mais tempo suas residências vazias e desprotegidas. 

Todo condômino deve tomar algumas atitudes fundamentais que fazem toda a diferença. Nesta hora os profissionais de portarias são fundamentais e devem ser ágeis para impedir riscos para o condomínio. Pois de nada adianta gastar valores altos no melhor circuito interno de câmeras para monitoramento, se falhar em algo primordial, que é a identificação de visitantes.

Durante a viagem há diversas atitudes preventivas que gerarão segurança domiciliar como, por exemplo, manter a discrição e privacidade dos detalhes da viagem, como local, data de saída ou chegada.  Deve-se levar em consideração que um dos funcionários de sua casa pode inocentemente comentar com alguém de fora, que pode não ser uma pessoa bem intencionada.

É necessário tomar alguns cuidados para que a ausência do morador da casa ou apartamento não seja percebida por estranhos durante sua viagem. Para isso é melhor não deixar evidente que a residência está vazia, uma alternativa pode ser o uso de temporizadores ou fotocélula nas lâmpadas para que elas apaguem durante o dia e acendam a noite. Pois se deixar uma das lâmpadas acessa o tempo todo ai sim demonstrará que realmente não tem ninguém. Outra atitude é suspender a entrega de revistas e jornais.

Mas há também como avisar uma pessoa de confiança, como parente, vizinho ou amigo que estará viajando e por quanto tempo ficará fora, para que ele retire a correspondência da casa ou na portaria e cuide do local, limpando a frente e o quintal. Esta pessoa com certeza entrará em contato caso aconteça alguma coisa. É importante, no caso de condomínios, que o zelador seja previamente informado e o condômino também deve fazer uma autorização, caso queira que alguma pessoa, ou empregado entre no apartamento ou casa durante a ausência.

Como a portaria acompanha a rotina de um condomínio, é muito difícil os profissionais desta área não notarem a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. Por ser profissional e especializada, a empresa contrata após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro, investigando antecedentes criminais, conduta e indicação. Porém, quando contratados diretamente no condomínio, essa contratação não dispõe desses recursos, que impeçam maus profissionais de adentrarem em um ambiente onde se deve prezar pela segurança.

Confira abaixo alguns procedimentos que garantem maior segurança em caso de ausências por viagens:

1. Estranhos não precisam conhecer detalhes sobre sua viagem. Mantenha a discrição.
2. Mantenha fechadas as janelas, portas e carro que fique estacionado na garagem.
3. Esqueça o truque manjado da luz acessa o dia todo, use temporizadores nas luzes internas e externas.
4. Solicite a interrupção da entrega de jornais dos quais seja assinante ou peça para alguém retirar.
5. Não deixe chaves com empregados, exceto em casos de confiança absoluta.
6. Peça a alguém que limpe as áreas que ficam à vista de todos e não fazem parte da limpeza geral do condomínio. O excesso de sujeira e folhas pode ser um sinal da casa vazia.
7. Não deixe mensagens em sua secretária eletrônica dizendo que estará de férias, mantenha aquela habitual. 
Aproveite as férias com segurança.
Artigo de:
Marcos Melo – especialista em condomínios da Speed Gold www.speedgold.com.br

Jardins em condomínios exigem boa conservação

Não basta receber de seu paisagista um belo jardim. A reforma encomendada e aprovada na última assembléia de condomínio merece todo cuidado para ter valido à pena.
O síndico não precisa necessariamente entender de jardinagem nem de paisagismo, mas deve procurar os fornecedores certos.
Para que se mantenha o jardim com grande efeito paisagístico é preciso realizar uma manutenção regular e cuidadosa.

Uma dura realidade é que muitos condomínios ao receberem seus novos jardins contratam o jardineiro mais barato que encontram na praça, esquecendo-se que a conservação não pode ficar limitada à poda e ao corte da grama.

É preciso observar que um jardim é composto por diversos tipos de plantas que têm necessidades diferentes como regas e nutrientes.
Outra etapa importante refere-se ao combate às pragas e doenças às quais as plantas que vivem no clima tropical (de muita umidade, favorável ao desenvolvimento de fungos e bactérias) estão sujeitas.

Outro dado relevante: é importante equipar o condomínio com os instrumentos técnicos apropriados para a manutenção do jardim: roçadeira, tesouras, ferramentas específicas para retirar ervas daninhas, mangueiras traçadas e boa vazão de água para suprir convenientemente as necessidades das plantas.

Vamos a algumas dicas que podem ajudar na manutenção do jardim de seu condomínio:
O solo precisa receber com regularidade nutrientes e adubos;
O síndico não deve permitir que se lave calçadas e partes comuns escoando a água com sabão para os gramados e jardins, o que pode envenenar as plantas;

Ao perceber pragas e doenças no jardim, o síndico deve consultar um agrônomo ou técnico, que deve utilizar defensivos adequados, para não colocar em risco a saúde de crianças e animais. A aplicação de defensivos por pessoas não qualificadas é crime. Existem empresas qualificadas, com viaturas volantes, especializadas em combate às pragas.

Irrigação automática
A irrigação automática de jardins, ao contrário do que muitos pensam, já está com um custo bem acessível no Brasil. A implantação do sistema nos condomínios já é viável em função da fabricação nacional das peças necessárias; o que antes não acontecia.

A opção do condomínio por este sistema á muito acertada, uma vez que as plantas recebem a quantidade de água realmente necessária. Nem a mais, nem a menos.

A economia de água é outra realidade, uma vez que não há desperdício, algo muito comum quando faxineiros regam os jardins com a mangueira. Com a implantação da irrigação automática, o síndico percebe, em números, que o investimento do condomínio é recuperado muito em breve.
Fonte:habitarcondominios.com.br