29 de mai de 2011

Manutenção em elevadores: preocupação para todos

Poucos itens são tão importantes para um edifício quanto o bom funcionamento do elevador. Tanto para gerar conforto aos moradores quanto para a segurança dos mesmos durante o uso, a manutenção deste deve ser feita periodicamente. Ainda assim, há condomínios que não tomam o devido cuidado e correm o risco de acidentes.

O engenheiro Eduardo Gellis, gerente da ThyssenKrupp Elevadores, ressalta que a manutenção deve ser feita mensalmente. “Na manutenção são verificados os componentes de segurança e demais itens para garantir a performance do elevador. Já a atualização do mesmo deve ser feita a cada 10 anos, e aí se incluem alterações nos botões, modernização estética e de acessibilidade”.

Segundo dados do Departamento de Controle e Uso de Imóveis (Contru), com dados de 2007, quase 70% dos acidentes com elevadores têm vítimas fatais. E a maioria destes são idosos, crianças e zeladores. Crianças costumam ser vítimas por causa da falta de atenção – muitas abrem as portas sem ter a certeza se o elevador está mesmo no andar. Zeladores normalmente são chamados para resgatar objetos que caem no poço, e os idosos não têm agilidade suficiente para escapar de um acidente.

Assim, manter o equipamento em bom estado é primordial. Para contratar uma empresa prestadora de serviços, é necessário observar alguns detalhes. Primeiro, verifique se a empresa é registrada no Contru ou algum órgão que regule o funcionamento deste tipo de empresa.

Em seguida confira se a empresa de manutenção tem um engenheiro responsável e se ele é registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA). Além de ser obrigatório, este profissional será responsabilizado caso haja algum acidente com origem técnica.
Por fim, pode-se também consultar o Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo (Seciesp). Mesmo não sendo obrigatória, a filiação indica o compromisso da empresa com empregados e, consequentemente, com os clientes.

Atualização tecnológica
Os edifícios com construção antiga têm elevadores defasados em relação aos mais novos, no quesito aparatos tecnológicos que visam elevar a segurança. Por exemplo, o uso da régua de segurança, com sensor de infravermelho para detectar se há alguém na passagem da porta. “Este item só é usado em elevadores com porta automática, aquela em que a porta do andar abre junto com a do elevador”, afirma Gellis.

A cada dez anos, é necessária a atualização do elevador, em que vários itens são trocados. “Nesta é feita a substituição das fiações e na máquina de tração. Além disso, mudanças estéticas e de acessibilidade, como o painel em braile e a instalação do corrimão são feitas”, completa.

O consultor Francisco Valente informa que a modernização depende também de novas normas técnicas. “A modernização para atualização de segurança do elevador deve ser feita sempre por ocasião da edição de novas normas técnicas pela ABNT ou se algum risco de acidente o recomendar”, diz.

Valente também afirma que realizar a atualização é um bom negócio para o condomínio. “O elevador deve ser trocado quando uma modernização se torna economicamente inviável, isto é, quando o valor a ser pago por uma modernização for quase igual ao de um elevador novo”.

Cabo de aço
Uma das peças mais caras de um elevador é o cabo de aço, cujo tempo de vida útil varia entre cinco a dez anos. Desta forma, quando é necessário trocá-lo, muitos síndicos e administradores são pegos de surpresa com os custos envolvidos e optam para companhias que fazem o menor preço ou mesmo ignoram o alerta e deixam como está.

O problema é que tais empresas – que oferecem custo baixo - podem usar materiais de baixa qualidade e, assim como não tomar providência alguma, tornam a viagem de elevador arriscada para todos.

A manutenção periódica é necessária e até prevista em contrato entre as empresas de construção e fabricantes de elevadores. Ainda assim, vale a pena o condomínio ter um capital reservado para emergências e vistorias. A prevenção é a melhor forma de se evitar acidentes.
fonte: http://www.licitamais.com.br/noticias/

Erros põem em risco segurança no condomínio

A segurança preventiva dos condomínios está diretamente ligada à mudança de hábitos de síndicos, moradores e funcionários, informa a Lello, empresa de administração de São Paulo, que levantou os dez principais erros de comportamento que devem ser evitados para não expor os edifícios a riscos desnecessários.

Descumprir as próprias normas estabelecidas pelo condomínio é a primeira atitude a ser banida, com multas se necessário, pois desestrutura qualquer sistema de segurança. Outro erro muito comum é em relação ao controle de acesso para a garagem. “O profissional de portaria não pode querer identificar o veículo, mas especialmente quem está dentro do veículo. E, na dúvida, não abrir o portão”, afirma José Maria Bamonde, gerente de relações humanas da Lello Condomínios.

Por vezes os condôminos não se preocupam em observar o movimento das áreas internas do condomínio pelo circuito de TV, comprometendo todo o investimento em equipamentos de segurança. Além disso, é comum que as pessoas, ao chegar próximo do edifício, esqueçam de verificar se há estranhos nas imediações ou mesmo se os funcionários de vigilância e portaria estão devidamente posicionados.

Outro equívoco básico é o morador entrar no condomínio juntamente com visitantes. As visitas devem passar sempre por um sistema de identificação, por mais incômodo que esse procedimento possa parecer, afirma Bamonde. E o condômino jamais deve pedir ao porteiro que permita a entrada de alguém que ainda não tenha de fato chegado. A visita deve ser anunciada ao morador na hora.

Porteiros não devem deixar, nunca, seu posto, ainda quer por poucos minutos, sem nenhuma cobertura. Nesse caso, deve-se chamar outro profissional – faxineiro ou zelador – para ficar na guarita. A presença de equipamentos como rádio e TV nas portarias também é incorreta, pois pode tirar a atenção do profissional. Apenas um monitor com imagens do circuito de câmeras deve ser mantido.

Deixar as chaves do apartamento ou do carro na portaria e repreender funcionários que causem algum transtorno justamente por cumprir as normas de segurança do condomínio são outras práticas que devem ser abolidas.

Veja o resumo dos principais riscos:

- Desrespeitar as normas de segurança pré-estabelecidas.

- Porteiro abrir o portão da garagem ao identificar apenas o carro, sem verificar quem está no interior do veículo.

- Morador não observar o movimento nas áreas comuns do condomínio pelo circuito de TV antes de sair da unidade.

- Ao chegar ao condomínio, não verificar se há estranhos nas imediações.

- Entrar no prédio juntamente com visitantes.

- Autorizar o porteiro que libere antecipadamente a entrada de uma visita que ainda não chegou.

- Funcionário deixar a portaria vazia, sem cobertura de outro profissional.

- Equipamentos de rádio e televisão na portaria.

- Morador deixar as chaves do apartamento ou do carro na portaria.

- Condômino repreender funcionário que cumpre uma norma de segurança.
Fonte: DiárioNet

20 de mai de 2011

Saiba como aproveitar a área de lazer do seu condomínio


O dia a dia das famílias está cada vez mais corrido. São minutos preciosos perdidos no trânsito para deixar as crianças na escola e depois correr para o trabalho. Reuniões exaustivas para uns, compromissos da faculdade pra outros, e tudo isso faz com que estejamos sempre correndo contra o tempo.

Por esses e outros motivos, a área de lazer se tornou item fundamental na hora de escolher um imóvel. No entanto, é comum encontrarmos pessoas que moram em apartamento com piscina e churrasqueira e que há mais de um ano não descem para dar um mergulho ou se reunir com os amigos. Entretanto, tais usuários continuam pagando a manutenção das áreas de lazer no valor mensal do condomínio.

Por isso, antes de comprar um imóvel é importante observar quais as opções de lazer disponíveis e, principalmente, se a sua família terá tempo de usufruir delas. De acordo com a arquiteta Paula Mattar, esses espaços são fundamentais para quem não gosta de frequentar parques e clubes, principalmente porque costumam ficar cheios aos fins de semana.

“Algumas pessoas não possuem muito tempo disponível, mas também necessitam de um espaço diferente para relaxar ou se divertir”, explica.

Além disso, alguns locais são específicos para o divertimento dos mais jovens, como playground e salão de jogos. Em alguns condomínios há ainda mais opções diferenciadas para a garotada, como sala de videogame e até para míni sessões de cinema.

Para quem gosta de exercícios, as academias são um prato cheio para fazer atividades a qualquer hora do dia. No entanto, é preciso observar a variedade de aparelhos disponíveis e a qualidade deles.

O mesmo serve para os apreciadores de sauna, que devem ficar atentos à manutenção do local para evitar problemas de saúde.

Atualmente, segundo Mattar, o espaço gourmet é uma das melhores opções de lazer. É nele que a família se reúne pra comer uma pizza ou preparar um jantarzinho especial, além de ser um bom local para curtir com os amigos.

Diversas construtoras já estão disponibilizando apartamentos com espaço gourmet no terraço. “O ideal é se o espaço ficar próximo da cozinha para que os ambientes sejam integrados. Inclusive, o jantar pode virar balada se houver equilíbrio de som e bebida entre os convidados”, afirma Mattar.
Fonte: Jornal Metro

16 de mai de 2011

Como escolher a administradora

1 - COMO ESCOLHER A ADMINISTRADORA
Siga algumas boas dicas para a escolha da administradora do seu condomínio:
- Procure indicações de outros síndicos.
- Solicite à administradora uma relação de condomínios administrados, com nome e telefone dos síndicos, e informe-se sobre a idoneidade da mesma.
- Procure conhecer toda a estrutura da administradora. Existem casos de administradoras-fantasmas, que funcionam apenas com um telefone celular.
- Informe-se sobre qual a forma de rescisão contratual prevista.
- Veja se no contrato há cláusula especificando que a administradora é responsável pelo pagamento de multas ou despesas extras, decorrentes de seus eventuais erros. Por exemplo: se ela não recolher o FGTS dos funcionários no prazo, quem vai arcar com as multas?
- Um item importante a ser observado na contratação da empresa é se ela possui departamento jurídico próprio. Contar com um sistema on-line para tirar dúvidas dos síndicos (e dos condôminos em geral) também é é bem vindo.
- Certifique-se de que a administradora tem experiência em reduzir custos e otimizar a receita.
- Se a taxa cobrada é fixa ou vinculada à arrecadação ordinária do condomínio.
- Se a movimentação financeira será feita em conta em nome do condomínio ou em conta "pool".
- Se o balancete tem linguagem simples, de fácil compreensão, possibilitando o acompanhamento da aplicação dos recursos.
- Se a administradora possui administrador, contador ou outro profissional habilitado.
- Se a administradora tem um site na Internet, pelo qual pode prestar contas e passar informações a seus clientes.
- Exija certidões civil e criminal dos sócios e da empresa, certidões negativas de INSS e FGTS, além de informações bancárias e comerciais da administradora. Essas medidas visam mostrar a idoneidade da empresa; garantem, por exemplo, que ela recolherá corretamente os encargos como o INSS e o FGTS. Há administradoras que chegam a falsificar as guias de INSS. Para se defender desse tipo de ação, o síndico deve solicitar, periodicamente, a certidão negativa de INSS do seu condomínio.
- Ao escolher a administradora, visite suas instalações. Procure conhecer toda sua estrutura. Existem casos de administradoras "fantasmas", que funcionam apenas com um telefone celular.
- Desconfie de taxas muito baixas. O usual é cobrar uma taxa fixa para a administração ou entre 6% e 10% da arrecadação ordinária do condomínio. Segundo a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios (AABIC), nenhum prédio custa menos que R$900,00 por mês para a administradora.
fonte: http://www.direcionalcondominios.com.br