27 de nov de 2013

Síndicos inovam na administração dos condomínios

Cuidar e administrar um condomínio não é fácil, são muitas as atribuições de um síndico. Essas minicidades estão cada vez maiores, o que torna a tarefa ainda mais complexa e exige síndicos cada vez mais preparados. Esta realidade mudou também o perfil dos moradores que assumem esse importante cargo. Saem os aposentados e entram síndicos mais jovens, além de profissionais especializados.

Rinaldo de Andrade Toná tem 35 anos e atua como síndico profissional há aproximadamente oito. Há cerca de um ano, decidiu abrir uma administradora de condomínios e atualmente 'comanda' 22 condomínios em Maringá. Ele visita pessoalmente os empreendimentos, organiza e participa das assembleias e conversa com moradores semanalmente, além de cuidar da parte administrativa e financeira junto com uma equipe de profissionais.

"A figura do síndico que é aposentado e cuida do seu prédio como se cuidasse da sua casa quase não existe mais. Os síndicos precisam ter conhecimento profundo de várias áreas, além de muito dinamismo", observa Toná.

De acordo com o empresário, os condomínios são administrados como verdadeiras empresas. Uma das novidades implantadas por sua administradora é a leitura individual do gás, serviço que existe em Maringá há pouco tempo, mas tem deixado os moradores satisfeitos. A leitura é feita no mesmo formato que a Copel faz. Uma empresa especializada realiza o serviço e entrega a medicação ao morador, que assim paga somente o que consumiu.

O síndico também está informatizando toda a parte operacional dos condomínios para facilitar a comunicação. "Implantamos um programa específico para que os condôminos conversem com o síndico".

Para o diretor de Condomínios do Secovi, Enzo Fabiano Cicuto, a idade do morador que decide ser síndico depende do perfil do empreendimento. "Não é possível afirmar que em geral os síndicos estão mais jovens. Tudo vai depender dos moradores".

Ele diz que em condomínios do programa Minha Casa Minha Vida, normalmente os síndicos tendem a ser mais jovens, já que a maioria dos moradores financiou o primeiro imóvel. Já em um empreendimento de classe média com apartamentos no valor entre R$ 500 mil e R$ 600 mil, os síndicos são pessoas mais maduras, entre 40 e 50 anos, profissionais liberais com mais experiência de vida.

Em condomínios de classe alta, segundo o diretor, os moradores optam por um síndico com idade acima de 50 anos ou a contratação de uma empresa especializada no setor. "São apartamentos com valores acima de R$ 1 milhão, com proprietários que normalmente são profissionais liberais muito requisitados ou empresários que não têm tempo para se dedicar à gestão do condomínio.
Fonte:maringa.odiario.com

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22 de nov de 2013

Regras de convívio para crianças em condomínio

Morar em condomínio pode ser seguro e divertido para as crianças, desde que sejam orientadas pelos pais
A infância e a adolescência são épocas inesquecíveis na vida de qualquer pessoa, uma fase de brincadeiras, risos, correria, peraltices e choradeira. A garotada é realmente especial, traz alegria aos ambientes e merece cuidados diferenciados.

Em condomínios residenciais, as crianças estão sempre presentes, pois muitas famílias preferem criar seus filhos num ambiente mais seguro, como as vilas de casas ou prédios de apartamentos, longe das ruas das grandes cidades já que normalmente possuem mais estrutura como área verde, parquinho e principalmente uma filtragem maior de pessoas que circulam no local, feita pela portaria.

Só o fato do condomínio ter uma portaria que controla a entrada e saída de pessoas e carros, circuito de câmeras e, em alguns casos segurança, já representa maior garantia e menos risco aos pequenos. Bem diferente do que seria, por exemplo, em casas de ruas nos grandes bairros e centros das cidades.

O fato de serem criadas em condomínios faz com que as crianças queiram brincar em qualquer lugar e a qualquer hora. Porém, apesar de se sentirem confortáveis com seus filhos em um local assim, os pais precisam tomar certos cuidados para que isso não acabe gerando conflitos com outros moradores, principalmente, aqueles que não têm filhos. Nesta hora é necessário sabedoria para agir, pois até mesmo brincando dentro do apartamento as crianças podem ser um incômodo para os outros condôminos.

O respeito ao próximo e às normas é um fator importante na educação de qualquer criança e fundamental no dia-a-dia de um condomínio. Como nem sempre há como prever as atitudes ou segurar a criança, alguns conflitos precisam ser administrados com sabedoria e entendimento.

O morador incomodado com a brincadeira dentro do apartamento ou corredor deve pedir ao porteiro ou ao zelador que ligue para a unidade que está incomodando e solicite silêncio. Para solucionar o impasse é necessário vencer o constrangimento e buscar o diálogo, que é a melhor maneira de solucionar e demonstrar as regras que necessitam ser cumpridas. Cabe lembrar, porém que a reclamação será lógica se a algazarra que a criança estiver fazendo for em horário ou local indevido. Porém o bom senso é sempre útil, pois é pertinente que as crianças brinquem, corram, falem alto, riam e façam diversas outras brincadeiras, na maioria das vezes sem maldade.

Alguns condomínios lidam com a situação elegendo um ‘mini-síndico’, uma criança que ajuda o síndico no diálogo com os demais, ajudando a buscar acordo e entendimento. A escolha de um pequeno líder pode ser divertida para as crianças, que criam uma eleição com campanha e votos.
Porém, sempre é bom lembrar que os pais precisam vigiar as atividades de seus filhos, criando limites, como por exemplo, o horário de brincadeiras dentro do apartamento. Uma solução pode ser buscar elementos decorativos que reduzam o barulho e o atrito, como tapetes emborrachados, entre outros. Já nas áreas comuns dos condomínios, é necessário seguir a regra interna de horários para brincadeiras, que normalmente acontece entre 9h e 20h.

Mas cada condomínio deve buscar alternativas para entreter as crianças, como ampliar e equipar a área de lazer. Usar o salão de festa durante a semana para desenvolver atividades diversas, jogos ou oficinas lideradas pelos próprios moradores jovens ou adolescentes, como de reciclagem ou arte, entre outras. Quando há espaços sobrando, uma dica pode ser criar uma brinquedoteca e/ou uma biblioteca.

Não é recomendável em condomínios que crianças de até 10 anos andem sozinhas, pois podem sofrer acidentes na escada, no elevador, na parte elétrica, entre outros locais, e os pais também não devem deixá-los aos cuidados de funcionários, que têm outras atividades a fazer. Os pequenos com 5 anos devem estar sempre acompanhados de um adulto nas brincadeiras do playground e, independente da idade, na área da piscina as crianças não devem estar desacompanhadas.

Síndicos e funcionários podem solicitar educadamente para que as crianças, que estejam brincando sozinhas e comecem a incomodar, fiquem mais quietas e se comportem. Porém, se não obedecerem, o melhor a fazer é chamar um adulto da família ou os pais.

Outro cuidado a ser tomado com as crianças é não permitir que elas atrapalhem os funcionários do condomínio tanto na guarita ou portaria - local que exige atenção do porteiro - quanto durante a limpeza, jardinagem ou manutenção. Um porteiro não pode abandonar suas funções para procurar uma criança, por causa de uma solicitação por interfone.

Esses mesmos funcionários, quando terceirizados e treinados, normalmente já são orientados quanto a todos os procedimentos de suas funções e sabem que não podem cuidar das crianças do condomínio, nem mesmo ‘por cinco minutinhos’. Cabe aos funcionários auxiliarem no zelo e na segurança de todos os moradores, de todas as idades, e também das crianças, sem necessariamente serem ‘babás’.

Todo cuidado é pouco na hora de orientar os filhos nas ações dentro do condomínio, pois são os pais os responsáveis pelas crianças e aqueles que irão responder pelas ações que transgredirem as regras internas do condomínio e estarão sujeitos às penalidades.
Marcos Melo – especialista em condomínios da Speed Gold.
Fonte:administradores
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11 de nov de 2013

Saiba como escolher a moradia para viver bem na melhor idade

Público exigente possui necessidades específicas que merecem atenção especial dos corretores de imóveis e das administradoras de condomínios
O significativo crescimento do número de pessoas com mais de 60 anos no Brasil transforma o perfil dos clientes que adquirem um imóvel. Esse público exigente possui necessidades específicas que merecem atenção especial dos corretores de imóveis e das administradoras de condomínios. De acordo com dados do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira com mais de 65 anos de idade atinge 14 milhões de pessoas, ou 7,3% do total de habitantes do país.

Os idosos têm maiores riscos de acidentes dentro de casa. Por isso, a arquitetura exerce um papel fundamental com a aplicação de recursos de iluminação, espaços amplos e pisos especiais para dar mais autonomia e segurança ao morador.

Adaptações para qualidade de vida

A partir dessa faixa etária, a escolha por um novo imóvel inclui cuidados com as áreas coletivas, que devem possuir desníveis vencidos por rampas e escadas mais ergonômicas, portas e espaços de circulação generosos, pisos opacos e antiderrapantes, portas de vidro com sinalização e elevadores amplos.

Além disso, as unidades devem ter adaptações específicas, como interruptores mais baixos para facilitar o alcance e tomadas mais altas para minimizar o esforço de abaixar e levantar. Maçanetas em forma reta em vez de redondas, vasos sanitários e boxes de banheiro com barras de apoio ao redor evitam escorregões. Espaços de passagem maiores são importantes para garantir entradas e saídas livres, com possibilidade de locomoção com mais um acompanhante, cadeira de rodas ou andadores.

Condomínio com serviço é valorizado

Christian Voelcker, vice-presidente da Auxiliadora Predial, destaca que outra preocupação dos futuros moradores é com o serviço e mão de obra disponíveis nos prédios.

- Muitos zeladores providenciam serviços para os residentes, como troca de lâmpadas e pequenos consertos domésticos. Esse fator valoriza o condomínio e, muitas vezes, é decisivo na hora do fechamento do negócio - informa Christian.

Construções focadas na diversidade dos usuários ampliam o conforto e a vida útil dos imóveis, por dar conta das necessidades dos moradores em todos as faixas ao longo da vida.
Fonte:diariogaucho.clicrbs.com.br
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5 de nov de 2013

Imóveis vendidos em outlets virtuais têm desconto de até 30%

As desgastantes visitas aos plantões de vendas para a compra do imóvel dos sonhos têm ficado cada vez menos frequentes. Segundo a Lopes, que atua na área de consultoria e comercialização de imóveis no Brasil, entre 20% e 25% das vendas da casa própria já têm origem na internet.

E, fruto desta nova demanda pelas buscas online, surgiram os outlets virtuais, sites que vendem imóveis usados ou que estão no estoque com até 30% de desconto.

Com serviços de tira-dúvidas, estudos por preços e regiões, e até de “encomende o seu imóvel”, estas páginas na web reúnem diversas promoções em um só lugar, o que facilita e agiliza o processo inicial de pesquisa.

No ar somente há três meses, o Home4Less já fez parceria com dez incorporadoras do Estado de São Paulo para oferecer imóveis a partir de R$ 400 mil, com 90% das ofertas sendo de apartamentos.

Apesar do pouco tempo de funcionamento, o site já conta com 250 acessos por dia e 2.500 clientes cadastrados, que resultaram na venda de nove produtos neste período.

“Funcionamos como uma revenda de imóveis estocados. Geralmente, temos uma comissão que vai de 3% a 5%, mas eu consigo descontos em vários imóveis, pois retiro a diferença da minha margem de lucro. Então, ao invés de o consumidor comprar na incorporadora, ele faz a aquisição comigo”, afirma José Luis Ribas, sócio-fundador do Home4Less.

Além de buscar os imóveis com desconto, por meio do site é possível também fazer uma encomenda, na qual o cliente informa o tipo de imóvel que deseja comprar, a região e qual o valor que se dispõe a pagar.

“Não trabalhamos com lançamentos e ainda estamos em fase de avaliação com as locações. Mas, entre os imóveis prontos, o negócio pode chegar a 30% de desconto”, completa Ribas.

O Realton, lançado no começo do ano, e PromoImóveis, inaugurado em 2011, são outras opções de outlets de imóveis na internet.

No primeiro, é possível visualizar logo na página inicial um apartamento de dois dormitórios, com 76 m², localizado no bairro da Anália Franco, com uma oferta de R$ 638.400 por R$ 498 mil, o que significa um abatimento no preço de 22%.
Já no PromoImóveis, o cliente negocia a compra diretamente com as incorporadoras. O site apenas gera um cupom de desconto do imóvel pretendido, mas sem representar compromisso no processo da venda.

“Acredito que este movimento de compra pela internet seja muito saudável. Mas recomendo que o cliente nunca faça a aquisição sem antes ver pessoalmente o local. Comprar um imóvel pela web não é igual adquirir uma geladeira. Além disso, sempre é bom conhecer o entorno do imóvel antes de tomar a decisão da compra”, orienta Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi.

Para ele, a maneira digital dispensa somente algumas partes dos processos presenciais, como a procura pelo lugar e as fases de negociação.

“Tudo o que você conseguir fazer pela internet terá um ganho de tempo. Mas, que fique claro: ninguém vai fazer a compra na sua totalidade pelo modo virtual. Uma hora do processo será preciso ser presencial”, selou.
Fonte:revista.zap.com.br/imoveis

Como é feita a limpeza de caixa de água ?

Antes                                          Depois
- Fecha-se o registro de entrada de água alguns dias anterior à limpeza para que a caixa tenho somente a quantidade suficiente para que possa ser lavada.
- Nossos técnicos ao chegar ao local fecha os registros de distribuição que abastece o imóvel de uma das caixas, sendo assim a outro ficará abastecendo.
- Inicia-se a limpeza das paredes e fundos com escovas de nylon de cerdas macias.
- Depois de toda a caixa esfregada nosso técnico abre o registro da tubulação de drenagem para ser escoada a água suja.
- Em seguida é aberto o registro de entrada ou retirado água da outra caixa para enxágüe das paredes e fundos.
- Retira-se toda a água da caixa com um pote de plástico.
- Seca toda a caixa com pano já desinfetado com hipoclorito do sódio.
- Desinfeta a caixa com hipoclorito de sódio conforme norma dos órgãos competentes.
Em seguida abre o registro de entrada de água da rua para encher a caixa novamente com água limpa.
- Quando a água chega no nível para descer para o imóvel abre-se o registro de distribuição e fecha o da seguinte caixa que será limpa, mantendo o mesmo procedimento na próxima caixa.

Quando o cliente permite nossos técnicos fazem o manuseio da água de uma caixa para outro com bombas submersas.
Em quanto tempo é feita a manutenção ideal para a limpeza de uma caixa d´água ?
A limpeza de caixas de água devem ser feitas a cada seis meses por uma empresa especializada e com pessoal treinados para que não haja transtornos ao consumidor.

Na limpeza de caixas de água de condomínio o zelador é orientado a fechar os registros de entrada da rua para as caixas quantos dias anteriores e achar que as caixas elevadas do prédio possam suportar em abastecer as unidades.

No dia da limpeza das caixas geralmente nossos técnicos iniciam a limpeza pela caixas de água superiores, fazendo sempre o revezamento das águas, sendo autorizada pelo condomínio.
Ficará na parte superior do prédio números impares de caixas limpas e cheias, as outras que serão limpas posteriores serão abastecidas pelas água dos reservatórios inferiores pelas bombas de recalque do prédio.

Quando iniciar a limpeza dos reservatórios nossos técnicos controlarão os registros das bombas fazendo com que as mesmas puxem somente de um reservatório. Sendo assim a limpeza será feita em uma caixa de cada vez tendo possibilidade de ser feito o manuseio da água com nossas bombas evitando o desperdício de água potável.

Nas caixas elevadas dos edifícios e em qualquer caixa elevada quando são superiores a dois mil litros existe um tubo de drenagem que se chama, “ladrão” é o tubo de limpeza, o registro deste tubo sempre permanece fechado só é aberto quando na limpeza, nossos técnicos são altamente treinados na abertura deste registro, pois quando ele é aberto por pessoa que não tem treinamento este tubo geralmente causa inundações, porque as vezes ele é jogado dentro das calhas dos telhado onde as mesmas não suportam tanto água e inundam as lajes e forros causando prejuízos ao consumidor.

As vezes eles deságuam em ralos que não suportam tanto água vindo a inundar os locais danificando moveis, pisos de madeira, etc.

Em caso de uso de hidrojateamento para limpeza das paredes é de extrema importância que se utilize jatos de água bem fracos para não danificar a impermeabilização. O mais adequado é a utilização de escovões de cerdas bem macias e que as caixas sejam limas a cada seis meses.
Fonte:http://www.limpezadecaixadagua.com.br/

4 de nov de 2013

Equipamentos e técnicas de segurança em condomínios

Infra-estrutura
A infra-estrutura de um condomínio é formada pelo conjunto de grades, portões, muros, cercas, guaritas, enfim toda a estrutura fixa e não eletrônica de contenção de ameaças.
A iluminação é uma excelente ferramenta, muitas vezes negligenciada em projetos de segurança, principalmente no que diz respeito à detecção e dissuasão de intrusos. Por ter um custo relativamente baixo e manutenção simples, um projeto de iluminação adequado é um eficaz aliado de todos os processos de segurança patrimonial.

A melhoria da segurança condominial requer coletar dados do que precisa melhorar, realizar um estudo da situação, formular alternativas e selecionar um plano a adotar. Há alguns itens que podem ser citados:

O porteiro tem de visualizar -e ficar atento a- todas as entradas. Caso haja qualquer obstrução da visualização devem instalar-se equipamentos (ex: câmeras) para substituir a visibilidade direta
Jardins e áreas verdes devem ser sempre visíveis
As portarias e guaridas devem estar devidamente protegidas
Instalar espelhos retrovisores nas garagens
Reforçar portões e grades
Instalar fechaduras e chaves de boa qualidade
Instalar circuito interno (câmeras)
Eventualmente, contratar patrulhamento ostensivo ou até cães de guarda
Verificar a iluminação das áreas externas do condomínio
Verificar / construir muros ou cercas
Instalar porteiro eletrônico ou interfone
Alarmes e sensores de presença devem ser testados periodicamente
Instalar relógio de vigia quando o porteiro faz ronda
Automatizar portas e portões
Fomentar a utilização de equipamento de comunicação (radio, HT e telefones)
Instalar caixas com portinholas para recepção de encomendas.
A participação dos moradores no processo é crítico e a segurança condominial estará fragilizada se os moradores não aceitarem os procedimentos previamente determinados. O maior facilitador para o ingresso do mal feitor no condomínio é ele próprio (o morador), por justamente não aceitar os procedimentos que de certa forma tira a sua privacidade.