28 de dez de 2013

Condomínios já devem planejar agenda de 2014

Planejamento é fundamental para o bom funcionamento do empreendimento; Lello dá dicas sobre os melhores meses para executar algumas demandas sazonais
Tarefas sazonais, que se repetem anualmente, são fundamentais para o bom funcionamento do empreendimento. São obrigações importantes tanto no que se refere à entrega de documentos, manutenção periódicas e agenda de compromissos. Por isso, é importante que os condomínios residenciais comecem a planejar desde já a execução da agenda de rotins para o próximo ano, segundo alerta a Lello, empresa responsável pela administração de condomínios em São Paulo.

No que se refere à documentação legal, é importante que o síndico aproveite o final do ano para a organização da papelada, já que logo em fevereiro é o momento de entregar a Dirf (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte) para a Receita Federal, com informações sobre imposto de renda e retenções. Síndicos e funcionários do prédio devem receber no segundo mês do ano o Informe de Rendimentos para que possam preencher suas declarações de Imposto de Renda.

Já em março, os condomínios devem entregar a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) de todos os funcionários para o Ministério do Trabalho. “É importante cuidar de tudo com muita antecedência para não atrasar a entrega da documentação e evitar problemas”, alerta Angélica Arbex, gerente de Relacionamento da Lello.

Em relação à manutenção do condomínio, diz Angélica, é importante programar a realização anual de uma vistoria predial em prédios com mais de cinco anos de existência, para identificar eventuais problemas de infraestrutura. O trabalho deve ser feito preferencialmente em abril, antes do período de obras (caso estejam previstas), por equipe especializada em engenharia. Também em abril deve ser providenciada uma das duas dedetizações e desratizações anuais recomendáveis para condomínios.

O mês de maio, após encerrada a época de chuvas, é um período propício para a realização de obras como reparos, ipermeablização, pinturas e restauração de fissuras. Já em junho a administradora orienta que os síndicos encaminhem funcionários para cursos de capacitação, especialmente em segurança, visando preparar o condomínio para o período de férias, quando muitos apartamentos ficam vazios e o risco de arrastões aumenta. Também em junho é recomendável planejar as atividades para as crianças que permanecerão no condomínio em julho, mês de férias escolares.

Em julho é fundamental reforçar as medidas de segurança, alertando moradores e funcionários. Já agosto é o último mês para a dispensa de funcionários em condomínios de São Paulo, com aviso prévio em setembro, já que em outubro, mês de dissídio dos trabalhadores, não é possível demiti-los. Também é recomendável aproveitar o tempo ainda frio para realizar a manutenção anual da piscina, pouco ou quase nada usada neste período.

Setembro, mês de início da primavera, é mês para trabalhar as áreas verdes do condomínio, com cuidados mais intensos com a jardinagem. Em outubro o condomínio deve providenciar nova dedetização e desratização, além de limpeza da caixa d’água, para que a água do prédio esteja com boas condições no verão.

Já em novembro é importante providenciar a manutenção dos pára-raios do condomínio, pela proximidade da época de chuvas, além de planejar a decoração de Natal. Por fim, em dezembro, o condomínio deve planejar as férias dos funcionários no ano seguinte, para saber quem irá folgar em qual data, realizar nova campanha de segurança por conta das férias de janeiro e encaminhar aos condôminos o boleto da cota condominial de janeiro, para que os moradores possam programar seu pagamento antes do período de férias.

A gerente de Relacionamento da Lello alerta, ainda, para a realização da Assembleia Geral Ordinária (AGO), que pode acontecer em qualquer época do ano para a discussão de temas como a eleição de síndico, aprovação da prestação de contas do ano anterior e votação do orçamento do exercício seguinte.

Segundo Angélica, é muito importante que o síndico planeje com antecedência a realização da assembleia, reunindo as informações necessárias e mobilizando os moradores. “Uma previsão orçamentária adequada é fundamental para garantir o cumprimento do plano de trabalho do condomínio e a cobertura de todos os custos operacionais com trabalhadores e prestadores de serviços”, conclui.
Fonte:http://www.administradores.com.br/

23 de dez de 2013

Festividades de final de ano e viagem exigem segurança redobrada em condomínios

Confira dicas fundamentais para segurança preventiva em apartamentos e casas nesta época do ano
Final de ano, época de festas e agitação e também período em que se iniciam as viagens de férias. Alguns saem na segunda quinzena de dezembro, outros em janeiro e tem também quem prefere o mês de fevereiro, com o feriadão do carnaval. Mas neste período não dá para se preocupar apenas com as festividades de Natal e Réveillon, passagens, o trânsito, o clima, as malas e etc., é necessário também se preocupar com a segurança em que ficará sua casa ou apartamento. Afinal, sem pessoas dentro de casa para tomar conta será necessário se precaver contra invasões e furtos indesejáveis.

Infelizmente é nesta época que costuma aumentar o número de furtos ocorridos em residências, apartamentos, condomínios e empresas. Os espertalhões aproveitam a ocasião das festas, quando as pessoas estão mais preocupadas com as festividades e assim deixando por mais tempo suas residências vazias e desprotegidas.

Todo condômino deve tomar algumas atitudes fundamentais que fazem toda a diferença no final do ano. A segurança do condomínio fica mais frágil com as festividades de natal e ano novo, pois cresce o número de visitantes nas residências. Os que receberão amigos e familiares em casa devem entregar uma lista na portaria com os nomes, para que sejam melhores identificados, e mesmo assim, quando chegarem devem ser anunciados pelo porteiro.

Nesta época do ano, também cresce o número de entregas de presentes, cestas, comidas encomendadas, flores etc., e esses prestadores de serviço não podem ter acesso à área interna se o morador não estiver ou não autorizar. Nesta hora os profissionais de portarias são fundamentais e devem ser ágeis para impedir que a grande movimentação se torne um risco para o condomínio. Pois de nada adianta gastar valores altos no melhor circuito interno de câmeras para monitoramento, se falhar em algo primordial, que é a identificação de visitantes.

Já para quem irá viajar, há diversas atitudes preventivas que gerarão segurança domiciliar como, por exemplo, manter a discrição e privacidade dos detalhes da viagem, como local, data de saída ou chegada. Deve-se levar em consideração que um dos funcionários de sua casa pode inocentemente comentar com alguém de fora, que pode não ser uma pessoa bem intencionada.

É necessário tomar alguns cuidados para que a ausência do morador da casa ou apartamento não seja percebida por estranhos durante sua viagem. Para isso é melhor não deixar evidente que a residência está vazia, uma alternativa pode ser o uso de temporizadores ou fotocélula nas lâmpadas para que elas apaguem durante o dia e acendam a noite. Pois se deixar uma das lâmpadas acessa o tempo todo ai sim demonstrará que realmente não tem ninguém. Outra atitude é suspender a entrega de revistas e jornais.
Mas há também como avisar uma pessoa de confiança, como parente, vizinho ou amigo que estará viajando e por quanto tempo ficará fora, para que ele retire a correspondência da casa ou na portaria e cuide do local, limpando a frente e o quintal. Esta pessoa com certeza entrará em contato caso aconteça alguma coisa. É importante, no caso de condomínios, que o zelador seja previamente informado e o condômino também deve fazer uma autorização, caso queira que alguma pessoa, ou empregado entre no apartamento ou casa durante a ausência.
Como a portaria acompanha a rotina de um condomínio, é muito difícil os profissionais desta área não notarem a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. Por ser profissional e especializada, a empresa contrata após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro, investigando antecedentes criminais, conduta e indicação. Porém, quando contratados diretamente no condomínio, essa contratação não dispõe desses recursos, que impeçam maus profissionais de adentrarem em um ambiente onde se deve prezar pela segurança.

Confira abaixo alguns procedimentos que garantem maior segurança em caso de ausências por viagens:

- Estranhos não precisam conhecer detalhes sobre sua viagem. Mantenha a discrição.
- Mantenha fechadas as janelas, portas e carro que fique estacionado na garagem.
- Esqueça o truque manjado da luz acessa o dia todo, use temporizadores nas luzes internas e externas.
- Solicite a interrupção da entrega de jornais dos quais seja assinante ou peça para alguém retirar.
- Não; deixe chaves com empregados, exceto em casos de confiança absoluta.
- Peça a alguém que limpe as áreas que ficam à vista de todos e não fazem parte da limpeza geral do condomínio. O excesso de sujeira e folhas pode ser um sinal da casa vazia.
- Não deixe mensagens em sua secretária eletrônica dizendo que estará de férias, mantenha aquela habitual.
Aproveite as festividades e as férias com segurança!

Fonte: Marcos Melo é especialista em condomínios da Speed Gold
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20 de dez de 2013

Para exercer o cargo de síndico, é preciso conhecimento e habilidade interpessoal

Um vizinho seu faz barulho excessivo, o portão da garagem está com problema, a grama precisa ser cortada e condôminos reclamam do horário de uso da piscina. Situações como essas são comuns nos prédios residenciais e costumam ser resolvidas pelo síndico, o qual tem a função de solucionar os problemas e contornar conflitos entre vizinhos. Mas a atividade não se resume a isso. Hoje em dia, para exercer o cargo é necessário ter conhecimentos tributários, trabalhistas, financeiros e saber o que diz o regimento interno e a convenção do prédio.

Márcio Donato Koerich conhece bem os incômodos da função. Ele convive com questões condominiais desde 2001 e, há dois anos, assumiu como síndico do Residencial Linda Koerich, no Centro de Florianópolis, que tem 75 apartamentos. Para Koerich, o fundamental para exercer a atividade é ter senso de justiça, gostar de adversidades e ter um viés político para contornar os conflitos.

— É importante ter equilíbrio para analisar as questões de forma isenta — avalia Koerich, que mora no prédio e diz não ser tão simples contornar os problemas.

Paulo César Siqueira, síndico do Condomínio Mata Atlântica, no Centro de Florianópolis, afirma que é essencial ter jogo de cintura para exercer a atividade. Ele conta que aceitou exercer a função por causa dos honorários e desafios da atividade. Siqueira concilia a função de síndico com a de servidor público há mais de 15 anos.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi) da Grande Florianópolis, Fernando Willrich, explica que a profissão ainda não é regulamentada e que por isso há um longo caminho a percorrer. Dependendo do edifício, quem exerce a função é isento da taxa de condomínio, recebe remuneração fixa (decidida em assembleia geral de moradores) ou realiza o trabalho de forma voluntária.

— O cargo é muito transitório e geralmente não é a principal atividade da pessoa. Por isso, às vezes falta conhecimento acerca das responsabilidades da função — comenta Willrich.

Conforme ele, os síndicos que têm pouca experiência no cargo podem contar com o respaldo de uma administradora de condomínios.

— Temos visto profissionais cada vez mais dinâmicos assumindo a função e não apenas aquelas pessoas com mais tempo disponível.

Conforme Willrich, o número de síndicos profissionais vem aumentando também. São pessoas contratadas pelos condomínios e que podem atuar em mais de um prédio. Somente na Grande Florianópolis, o Secovi estima a existência de 6 mil edifícios residenciais e comerciais. A prática, entretanto, ainda é pouco comum.

— Trata-se de uma questão cultural. As pessoas querem que o síndico seja o seu vizinho — diz.

>>> As responsabilidades

O síndico deve cumprir com as normas estabelecidas no artigo 22 da Lei 4.591/64 e artigo 1.348 do Código Civil Brasileiro, além de seguir o regulamento das convenções de condomínio e regimentos internos. Cabe ao síndico administrar o condomínio por delegação da assembleia de moradores e assumir encargos como a preservação e manutenção do patrimônio coletivo.
FONTE: DIÁRIO CATARINENSE

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16 de dez de 2013

O que fazer com o consumo de drogas nos condomínios?

Eles insistem em consumir drogas nas áreas comuns, e agora?
Ser síndico hoje é um desafio maior do que em outros tempos, pois as problemáticas de um condomínio superaram e muito eventos corriqueiros como barulho, brigas entre vizinhos etc. É o caso do consumo de drogas, que cresce dia a dia e diante do qual muita gente não sabe o que fazer, perguntando-se, entre outros, como abordar o condômino em questão, como falar com seus responsáveis? Como veem, é uma lista enorme de questionamentos, que precisam encontrar respostas para que o síndico se posicione e tome uma atitude. Eles envolvem moradores em situação infracional, delicada, principalmente quando inclui menores de idade, quadro que exige a interlocução com os responsáveis pelos mesmos.

Frente a esse contexto, os condomínios deveriam, como medida primeira e preventiva, estabelecer em suas convenções condominiais as penalidades e normas a serem seguidas dentro de seu espaço, especificamente em relação às drogas. Só assim eles poderão cobrar uma resolução amigável ou não do problema, bem como encontrar amparo na legislação vigente. O que está previsto na Convenção é lei dentro do condomínio. Isso é importante, pois ampara o síndico em sua cobrança, assegurando a boa convivência e o respeito entre todos os moradores.

Outra sugestão é a de que se veiculem informações através de impressos a serem afixados nas áreas comuns, como recortes de reportagens sobre o assunto, além da promoção de palestras com profissionais especializados, não só aos condôminos, mas também a todos os funcionários do local. São eles que, em função do convívio diário, estarão sempre observando o comportamento dos moradores e poderão relatar situações de anormalidade, ajudando assim para o bom e tranquilo convívio.

Mas quando a problemática já estiver instalada e ninguém dentro do condomínio sentir-se preparado e /ou à vontade para interferir, a conciliação/mediação, conduzida por profissionais devidamente capacitados e treinados para tal, pode ser uma boa solução. Muitas vezes uma pessoa neutra consegue sensibilizar muito mais os envolvidos do que alguém conhecido.

Sabemos que mesmo com todas as providências tomadas, nem sempre a prevenção é suficiente e as drogas lícitas e ilícitas acabam sendo utilizadas nas áreas comuns do condomínio. Aí vem a questão delicada, pois cabe ao síndico a abordagem. Como fazê-la? Como falar com os pais, no caso de menores de idade? Os pais aceitarão? Ficarão surpresos, revoltados, indignados? Como o síndico deve se preparar para tal situação? Cabe ao síndico realizar uma autoanálise e observar se é a pessoa mais indicada para abordar o assunto, se tem calma, ponderação e se consegue lidar com a raiva do outro, caso ocorra algum desentendimento. Enfim, compete a ele saber se naquele momento está apto a lidar com a situação de estresse.

Feito isso, a abordagem é certa e precisa ser clara, objetiva, direta, amparada nas normas da Convenção e objetivando uma solução. O direito de um condômino vai até onde começa o direito do outro, e existem normas e regras a serem cumpridas. É preciso ainda procurar se solidarizar com a problemática enfrentada pela família, colocar-se à disposição, sugerir um acompanhamento profissional, enfim, colocar-se de igual para igual, pois ninguém sabe quando os problemas podem bater a nossa porta.

Numa conversa difícil, porém amigável, a saída pode ser construída por todos os envolvidos, o que é muito favorável a uma solução definitiva de convivência. Os moradores do condomínio não deixam de ser uma grande família, pois vivem no mesmo espaço, com direitos e deveres uns para com os outros. E se algum condômino causa mal-estar em outrem, torna-se necessária a interferência da autoridade maior dentro do condomínio. As drogas ilícitas no Brasil são passíveis de sanções previstas na legislação e, se confirmadas na Convenção de condomínio, dão ao síndico as ferramentas necessárias para o bom convívio e respeitabilidade, como a aplicação de punições dentro e fora do espaço comum, garantindo-lhe legitimidade e responsabilidade perante os moradores.
Por Jussara Sartini
Fonte: direcionalcondominios.com.br.
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9 de dez de 2013

Condomínios: no fim do ano, atenção com segurança deve ser redobrada

A segurança está entre os principais motivos que levam as pessoas a morarem em condomínios. A vida em comunidade, a portões fechados e controle de entrada, a comodidade de saber que os filhos estão brincando em locais conhecidos, entre pessoas conhecidas. Todos estes são fatores que atraem quem está cansado do medo de assaltos, furtos, sequestros ou coisa pior.
A vida em condomínio não é, entretanto, perfeitamente segura e livre de riscos. Infelizmente, é cada vez mais comum ler ou ouvir sobre grupos de criminosos que fazem arrastões dentro de prédios residenciais, ou sobre assaltos em residências em condomínios horizontais.

No final do ano, quando muitas famílias viajam, o grau de descuido com a segurança da casa tende a aumentar. Por esse motivo, a atenção com detalhes e rotinas de segurança de ser redobrada.
Especialistas em segurança recomendam que moradores de condomínios sigam as mesmas condutas indicadas a quem vive em um bairro residencial ou no centro da cidade. Neste caso, há três dicas fundamentais:

1. Sempre observar bem os arredores antes de entrar ou sair do prédio. Grande parte dos assaltos ocorre neste momento, o que também facilita a entrada de um criminoso dentro do prédio.

2. Nunca autorize uma entrada sem ter absoluta certeza de quem é a pessoa que está entrando. Há casos em que o morador simplesmente autoriza uma entrada, porque supõe de forma equivocada que o pai, o irmão ou a esposa saberá do que se trata.

3. Certifique-se que qualquer serviço que esteja sendo realizado dentro do condomínio seja devidamente acompanhado e vigiado. Isso vale tanto para os moradores, dentro de suas casas e apartamentos, quanto para os funcionários do condomínio, quando o serviço é em uma área comum.
Além das iniciativas óbvias de segurança – câmeras de vigilância, cercas elétricas, entre outras – há ações rotinas que, por falta de conhecimento ou experiência, nem sempre são tomadas por condomínios.

Um dos principais cuidados é com a orientação dos profissionais que desempenham funções na portaria do prédio. Eles devem sempre ser alertados para as formas de execução usadas pelos bandidos, bem como capacitados para tomar as medidas necessárias quando detectarem algum perigo.

É importante também, especialmente nesta época do ano, informar os moradores sobre medidas de segurança que podem ser tomadas por famílias que pretendem viajar ou ficar longe de casa por longos períodos. As principais orientações são:

• Sempre pedir a um parente ou amigo de confiança para visitar ocasionalmente e demonstrar a presença, seja abrindo as janelas ou regando as plantas.
• Não deixar luzes acesas. Durante o dia, elas se tornam sinais óbvios de que não há ninguém em casa.

• Não permitir que a correspondência ou jornais se acumulem. Isso é outro indicador de ausência. Interrompa os periódicos e peça para alguém recolher as cartas que chegarem.

• Avisar um vizinho de confiança que você estará viajando até determinado dia. Caso ele ouça ou perceba algum problema, poderá alertar as autoridades.
Criminosos se adaptam e se atualizam nas medidas de segurança tomadas pelos condomínios. Por isso, o mais importante é que o condomínio também esteja sempre em dia, buscando novas formas de proteger seu patrimônio e as famílias que ali residem.

* Lincoln Cesar do Amaral Filho é diretor da Superlógica e do portal LicitaMais

2 de dez de 2013

Decore o condomínio para o Natal com economia.

Um dos feriados mais festejados do ano está chegando. O Natal reúne a família e sempre traz a beleza dos enfeites natalinos aos prédios e condomínios. Porém, o orçamento no final de ano é apertado e a decoração não é barata. Por isso, para que você deixe o local bonito sem gastar muito, separamos algumas dicas.

As decisões devem ser tomadas em uma assembleia com o síndico e os condôminos para que não haja confusão e todos concordem com o que for decidido.

Uma opção simples e barata é reaproveitar os enfeites utilizados no ano anterior e mudar um pouco a distribuição deles no condomínio. Fhilipe Sorvillo, síndico de um prédio em Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, acabou utilizando essa solução para não ter problemas de caixa. “Quando o planejamento foi feito, esquecemos de contabilizar os novos enfeites de Natal. Para que não ficasse sem, foi decidido que usaríamos o mesmo do ano passado que estavam em excelente condição”, explica.

Para uma decoração simples, a dica é usar as luzes “pisca-pisca” nas árvores do jardim e na portaria. Também é interessante comprar uma árvore média e enfeitá-la para o hall de entrada.

A decoração ecológica também é uma saída. Além de ajudar o meio ambiente, o condomínio economiza e reutiliza produtos dos próprios moradores. Tereza Miguel conta que no prédio aonde mora esse tipo de enfeite vem sendo utilizado há dois anos. Para ela essa é a melhor solução. “Nada melhor do que conseguir utilizar novamente produtos que iríamos jogar no lixo. A decoração fica linda e não deve nada para a tradicional”, diz.

Utilize garrafas pet, revistas antigas e bolas de isopor, junte com a criatividade e deixe o condomínio lindo. A montagem desse tipo de decoração traz também mais interação entre os moradores, melhorando a convivência.

Cuidados com a iluminação

As luzes de Natal são uma das atrações mais bonitas da data. Elas chamam atenção e deixam a casa como um sonho, porém é preciso cuidado na hora de comprar e instalar. Em primeiro lugar, verifique sempre se os “pisca-piscas” tem procedência comprovada, se eles têm o selo do Inmetro.

Se as luzes forem as mesmas dos anos anteriores, veja se elas estão bem conservadas, se tem fios danificados ou rompidos.

Antes de realizar a instalação verifique os seguintes itens:

- Evite utilizar adaptador benjamim. Eles sobrecarregam as tomadas e podem causar danos elétricos;

- Não as deixe em contato direto com a água ou em local muito úmido;

- Verifique se o isolamento das conexões elétricas ainda está bom;

- Veja se as luzes estão longe de materiais como plástico, papelão, tapetes, sofás e outros produtos inflamáveis;

- Deixe as lâmpadas fora do alcance das crianças e dos animais de estimação.
Fonte Da Redação do Condoworks./comoviveremcondomínio

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